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  • Revista Mundaréu

    Minas e o futuro da mineração Minas lança iniciativa para repensar o futuro da mineração Com inovação e responsabilidade, a meta é criar estratégias coerentes para o uso dos recursos naturais Revista Mundaréu, 2de junho de 2025 Minas Gerais carrega a mineração no nome e na história. Mas o setor, que movimenta economias e transforma territórios, também enfrenta enormes desafios: impactos ambientais, necessidade de maior transparência, uso eficiente dos recursos naturais e adaptação às novas tecnologias. Hoje, entende-se que debater temas como energia limpa, restauração ambiental, automação, rastreabilidade e economia circular é essencial para renovar a forma como extraímos e lidamos com os recursos do subsolo. E é justamente nesse contexto que nasce a KR Mining Ventures, primeira plataforma da América Latina voltada exclusivamente para inovação no setor mineral. O lançamento oficial acontece nos dias 5 e 6 de junho, durante o Minas Summit 2025, maior evento de inovação corporativa de Minas Gerais. A proposta é ambiciosa: transformar o setor mineral por meio da inovação aberta, unindo tecnologia, sustentabilidade e novos modelos de negócio. Um ecossistema para mudar a mineração A KR Mining Ventures é uma iniciativa da FCJ Group e da KR Capital, duas organizações que atuam com empreendedorismo e investimento em inovação. A nova plataforma funciona como uma “aceleradora de ideias”, reunindo startups (empresas inovadoras em estágio inicial), investidores, universidades e especialistas que trabalham em soluções para uma mineração mais eficiente, transparente e conectada com os desafios do século XXI. Além da aceleradora, o projeto inclui: Um fundo de investimento (KR Mining Capital), que apoia financeiramente projetos de impacto; Uma consultoria especializada, que orienta mineradoras a adotarem práticas sustentáveis e digitais em suas operações. Olhando para o amanhã Durante o evento será lançado o Mining Map 2040, um estudo inédito que antecipa os caminhos possíveis da mineração nas próximas décadas. A publicação aborda cenários de risco, oportunidades tecnológicas e tendências globais que devem moldar o setor até 2040. O material será apresentado no palco principal do Minas Summit, com a presença de pesquisadores, representantes de empresas, autoridades e lideranças do setor. Outra novidade será o auditório temático "Futuro da Mineração", com uma série de debates sobre: Políticas públicas e incentivo à inovação mineral; Sustentabilidade e transformação digital; Casos de colaboração entre mineradoras e startups brasileiras. Uma nova referência Com previsão de acelerar até 30 startups com propostas que vão desde a automação e sensores até tecnologias de restauração ambiental e economia circular, a KR Mining Ventures nasce com apoio de universidades, centros de pesquisa e hubs de inovação de todo o país. Segundo os organizadores, a expectativa é posicionar o Brasil como referência internacional em inovação aberta aplicada à mineração, conciliando desenvolvimento econômico, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. Festur 2025 lança audiolivro da Rota Jaguara e anuncia versão bilíngue impressa e digital para o segundo semestre

  • Revista Mundaréu

    Cineop 2025 vem aí CineOP 2025 Ouro Preto sedia mostra brasileira dedicada à preservação audiovisual, com programação gratuita, intensa e diversificada para todos os públicos Victor Stutz, para a Revista Mundaréu – 27 de maio de 2025 De 25 a 30 de junho de 2025, Ouro Preto (MG) – Patrimônio Mundial da Humanidade – será novamente palco de uma das mais importantes celebrações da sétima arte no Brasil. A 20ª edição da CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto reafirma seu lugar de destaque ao unir preservação, história e educação em uma programação gratuita e aberta ao público, com sessões de filmes, debates, oficinas, encontros e diversas atrações culturais. Mais do que uma exibição cinematográfica, o evento evidencia como o cinema, ao se fazer presente, convoca também as demais artes — a música, a dança, a pintura, a escultura, o teatro e a literatura — compondo uma experiência estética e sensível que emociona, provoca e educa. Idealizada e realizada pela Universo Produção, a CineOP é a única mostra do Brasil que trata o cinema como patrimônio. Desde sua criação, promove o diálogo entre três frentes temáticas interdependentes — preservação, história e educação — e se tornou referência nacional e internacional ao fortalecer redes de profissionais e instituições voltadas à salvaguarda audiovisual brasileira. Com o tema “Preservação: A alma do cinema brasileiro”, a mostra de 2025 propõe olhar para o futuro sem esquecer o passado, reforçando a preservação como gesto político, pedagógico e coletivo frente às crises ambientais, à digitalização desenfreada e aos riscos de apagamento da memória cultural. Estrutura inédita e programação intensa marcam a 20ª edição Durante seis dias, a cidade histórica de Ouro Preto se transforma na capital do cinema brasileiro com uma programação plural, gratuita e acessível. Três espaços de exibição vão compor a estrutura do evento: o Cine-Praça, instalado na Praça Tiradentes, com capacidade para 500 pessoas em sessões ao ar livre; o Cine-Teatro, montado no Centro de Convenções, com 510 lugares em ambiente fechado; e o novo Cine-Museu, localizado no anexo do Museu da Inconfidência, com 90 lugares e uma programação especial. A diversidade da programação reforça o compromisso da CineOP com a democratização do acesso ao cinema. Estão previstas exibições de filmes brasileiros em pré-estreias nacionais, além de mostras temáticas e homenagens a personalidades do cinema, da preservação e da educação audiovisual. A agenda inclui ainda o 20º Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais Brasileiros, o XVII Fórum da Rede Kino Latino-Americano de Cinema, Educação e Audiovisual, além de debates, rodas de conversa, oficinas, masterclasses, exposições, lançamentos de livros e cortejos artísticos. A programação cultural será completada com shows, performances e atrações para todos os públicos. Mais de 400 convidados são esperados, incluindo cineastas, pesquisadores, arquivistas, professores, estudantes e representantes de instituições do Brasil e do exterior, consolidando a CineOP como um espaço de intercâmbio e articulação de políticas para o audiovisual brasileiro. Uma homenagem ao humor das mulheres no cinema brasileiro A temática histórica da 20ª CineOP presta homenagem à força e à complexidade do humor feminino no cinema brasileiro. A proposta é analisar criticamente as dinâmicas do riso e do escracho a partir da pergunta “quem ri de quem?”, destacando o olhar feminino como ferramenta de reflexão, crítica social e desconstrução de estereótipos. De Dercy Gonçalves a Tatá Werneck, passando por Regina Casé, Fernanda Torres e Adriana Esteves, a mostra constrói um panorama das atrizes e diretoras que desafiaram as convenções da comédia nacional e ocuparam um espaço historicamente masculino. Também contempla o trabalho de cineastas como Tereza Trautman, Ana Carolina, Anna Muylaert, Julia Rezende e Susana Garcia, além de nomes emergentes como Sabrina Fidalgo, Clara Anastacia e Fernanda Chicolet, que expandem as fronteiras estéticas da comicidade e introduzem novos corpos, experiências e subjetividades no fazer cinematográfico. A homenagem pretende revelar a pluralidade das comicidades presentes na produção feita por mulheres, valorizando tanto o humor popular quanto as experimentações autorais, numa perspectiva que reconhece o riso como gesto político e emancipador. Participação das escolas e processo de inscrição A formação de público e o envolvimento com a educação estão no centro da proposta curatorial da CineOP. Em 2025, o evento reafirma esse compromisso ao organizar sessões específicas para estudantes, como as tradicionais Sessões Cine-Escola, voltadas a mais de 3 mil alunos da rede pública. A programação educativa contempla também oficinas e atividades mediadas sobre linguagem audiovisual, com foco no pensamento crítico e na leitura de mundo a partir das imagens em movimento. Além disso, a Mostrinha de Cinema e a Mostra Valores compõem o núcleo voltado à infância e juventude, com filmes cuidadosamente selecionados para promover valores de respeito, diversidade e convivência. Escolas públicas e privadas interessadas em levar seus alunos às sessões e atividades educativas devem realizar inscrição prévia, gratuita, por meio de formulário disponível no site oficial da CineOP. O processo garante transporte para grupos escolares da região e permite aos educadores o planejamento adequado da participação nas atividades. >>> Escolas/Inscrições Agora aberto todos os dias, Horto dos Contos reforça papel de parque urbano no centro de Ouro Preto

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    Turismo Cultura e Artes de Minas Política de Privacidade Última atualização: 20 de maio de 2025 A Revista Mundaréu, disponível em https://www.mundareu.art , valoriza e respeita a privacidade dos visitantes e está comprometida com a proteção de dados. Em nosso site, nenhuma informação pessoal é coletada diretamente. 1. Coleta de Dados O site não coleta dados pessoais dos usuários por meio de formulários, comentários, newsletters, promoções ou pesquisas. O acesso ao conteúdo é totalmente livre e não exige cadastro ou fornecimento de informações pessoais. 2. Cookies e Informações Técnicas Durante a navegação, informações não identificáveis podem ser coletadas automaticamente por meio de cookies e tecnologias similares, como: Endereço IP; Navegador utilizado; Páginas acessadas e tempo de permanência. Esses dados são usados exclusivamente para fins técnicos e estatísticos, com o objetivo de melhorar a performance e a experiência de navegação no site. 3. Compartilhamento de Dados Não coletamos informações pessoais, não fazemos uso de nenhuma base de dados ativa com informações identificáveis, não realizamos compartilhamento, venda ou aluguel de quaisquer dados de usuários. 4. Segurança Embora o site não colete dados sensíveis, mantemos as boas práticas de segurança digital para garantir um ambiente de navegação confiável e livre de riscos. 5. Links Externos O site pode conter links para páginas externas. Não nos responsabilizamos pelas práticas de privacidade de outros sites. Recomendamos a leitura das políticas de privacidade desses ambientes antes de fornecer qualquer dado. 6. Alterações desta Política Esta Política de Privacidade pode ser atualizada para refletir melhorias no site ou mudanças legais. A versão mais recente estará sempre disponível em: https://www.mundareu.art 7. Contato Em caso de dúvidas sobre esta política, entre em contato com a equipe editorial da Revista Mundaréu: 📧 mundareucpa@gmail.com

  • Revista Mundaréu

    Turismo Cultura e Artes de Minas Grupo Corpo - 50 anos da maior companhia de dança moderna brasileira Revista Mundaréu, 01 de fevereiro, 2025 Sugestão de pauta: Miriam Pederneiras. Fotos: José Luiz Pederneiras Foi em Belo Horizonte, na década de 1970, que nasceu a companhia que revolucionaria a dança no país. Isso aconteceu há meio século, quando a capital mineira ainda enfrentava dificuldades para se impor no meio artístico nacional, então concentrado principalmente no eixo Rio-São Paulo. Na época, dizia-se que, para fazer sucesso no Brasil, era preciso sair de Minas. Foi neste cenário que, em 1975, o Grupo Corpo despontou e, em 1976, levou ao público seu primeiro espetáculo, Maria Maria , com coreografias do argentino Oscar Araiz. A montagem, com trilha sonora composta por Milton Nascimento e textos de Fernando Brant estreou poucos anos após o lançamento do álbum Clube da Esquina (1972) , o primeiro do icônico movimento musical. Assim, unidas, essas duas expressões artísticas cinquentenárias, Corpo e Clube da Esquina, trataram logo de reforçar a presença de Minas Gerais no panorama cultural nacional e internacional. A formação inicial do Grupo Corpo contava com apenas doze bailarinos: Carmem Purri, Déa Márcia de Souza, Denise Stutz, Fernando Castro, Hugo Travers, Izabel Costa, José Luiz Pederneiras, Mariza Pederneiras, Miriam Pederneiras, Pedro Pederneiras, Rodrigo Pederneiras e Simone Coelho. Na direção-geral, o enigmático Paulo Pederneiras, que sempre assinou a cenografia e a iluminação dos os espetáculos da companhia. Foi ele quem, há 50 anos, acompanhado do letrista e amigo Fernando Brant, convidou Milton Nascimento para compor a trilha do primeiro espetáculo, coreografado por Araiz. E o resultado foi grandioso, o Grupo Corpo ganhou projeção mundial com Maria Maria , que ganhou os palcos dos mais importantes teatros de 14 países e ficou mais de uma década em cartaz. Mais tarde, a bem-sucedida parceria se renovou com o espetáculo Último Trem . N o documentário " Bituca – Milton Nascimento" , de Flavia Moraes, que estreia em março nos cinemas, Rodrigo Pederneiras revela que a música tema do espetáculo foi composta por Milton durante uma viagem de trem . ÁGUAS PASSADAS QUE AINDA MOVEM MOINHOS Poucos sabem que a relação da família Pederneiras com a dança começou bem antes da fundação do Grupo Corpo. O ponto de partida teve como cenário o centenário casarão neoclássico do Colégio Arnaldo, no bairro Funcionários, em Belo Horizonte, onde funcionava a escola de dança da bailarina e professora Marilene Martins, a Nena, pioneira do balé moderno na capital mineira. Naquele tempo, para incentivar a participação masculina na dança, ela oferecia bolsas integrais. Os irmãos Pederneiras, então adeptos da capoeira, aceitaram o desafio e passaram a integrar o Grupo Transforma, de Nena. Em 1973, durante o Festival de Inverno de Ouro Preto, eles conheceram o trabalho do coreógrafo Oscar Araiz e, para concretizar os planos de criar o espetáculo Maria Maria , decidiram formar um grupo profissional. Após a experiência de sucesso, Rodrigo Pederneiras tornou-se o coreógrafo oficial da companhia e Paulo tratou de convencer seus pais, Manuel de Carvalho Barbosa e Isabel Pederneiras Barbosa, a cederem a casa da família, na Rua Barão de Lucena, no bairro Serra, para abrigar a sede inicial do Grupo Corpo. No mesmo local, fundaram o Corpo Escola de Dança Livre, que além de oferecer aulas para todas as idades, passou também a formar novos bailarinos para a companhia. Com o tempo, o grupo e a escola cresceram e uma nova sede, projetada pelo arquiteto ouro-pretano Éolo Maia (1942-2002), foi construída no bairro Mangabeiras. Foi lá que Rodrigo Pederneiras estreou como coreógrafo com Cantares , espetáculo com trilha do compositor mineiro Marco Antônio Araújo (1949-1986). Desde então, o Grupo Corpo não se cansa de acumular sucessos e conquistar plateias. Em meio século de existência, já realizou 24 espetáculos e se apresentou nas mais conceituadas casas de espetáculos de mais de 40 países. Além das coreografias de Rodrigo e da direção-geral, cenografia e iluminação de Paulo, suas montagens destacam-se também pelos figurinos, cenários, e pelas trilhas sonoras ousadas, na maior parte das vezes, assinadas pelos mais conceituados compositores nacionais. ESPETÁCULOS E PARCERIAS DO GRUPO CORPO 1976 - Maria Maria – Música de Milton Nascimento. 1978 - Último Trem – Música de Milton Nascimento. 198 - Cantares – Música de Marco Antônio Araújo. 1985 - Prelúdios – Música de Frédéric Chopin. 1989 - Missa do Orfanato – Música de Wolfgang Amadeus Mozart. 1992 - 21 – Música de Marco Antônio Guimarães, interpretada pelo Uakti. 1993 - Nazareth – Música de José Miguel Wisnik, baseada em obras de Ernesto Nazareth. 1994 - Sete ou Oito Peças para um Ballet – Música de Philip Glass, interpretada pelo Uakti. 1996 - Bach – Música de Marco Antônio Guimarães, inspirada na obra de J.S. Bach. 1997 - Parabelo – Música de Tom Zé e José Miguel Wisnik. 1998 - Benguelê – Música de João Bosco. 2000 - O Corpo – Música de Arnaldo Antunes. 2002 - Santagustin – Música de Tom Zé e Gilberto Assis. 2004 - Lecuona – Música de Ernesto Lecuona. 2005 - Onqotô – Música de Caetano Veloso e José Miguel Wisnik. 2007 - Breu – Música de Lenine. 2009: Ímã – Música do trio +2 (Moreno Veloso, Domenico Lancellotti e Kassin). 2011 - Sem Mim – Música de Carlos Núñez e José Miguel Wisnik, baseada em obras de Martín Codax. 2015 - Dança Sinfônica – Música de Marco Antônio Guimarães. 2015 - Suíte Branca – Música de Samuel Rosa. 2017 - Gira – Música do grupo Metá Metá. 2019 - Gil – Música de Gilberto Gil. 2021 - Primavera – Música do grupo Palavra Cantada. 2022 - Gil Refazendo – Música de Gilberto Gil. 2023 - Estancia – Música de Alberto Ginastera. AGENDA COMEMORATIVA DOS 50 ANOS DO CORPO Hoje, ao observarmos toda sua trajetória, fica evidente que o Grupo Corpo, sob a batuta de Rodrigo e Paulo Pederneiras, soube conciliar com maestria o talento artístico fenomenal de seus criadores com uma incrível competência administrativa. Está revelada a receita que tornou possível o surgimento da maior companhia de dança moderna brasileira, que estreia novo espetáculo em agosto deste ano, em São Paulo, e segue em turnê, como de costume, por várias outras cidades do Brasil e do mundo. Desta vez, dois coreógrafos vão assinar partes distintas de uma mesma montagem, Rodrigo e Cassi Abranches. A trilha é de Clarice Assad, compositora, pianista e cantora brasileira, que desenvolve um trabalho que mistura música erudita, jazz e música popular brasileira. Nas comemorações dos 50 anos da companhia, além do novo espetáculo, serão lançados também um documentário e um livro com a retrospectiva histórica e imagens captadas ao longo das cinco décadas de existência e sucesso do grupo que é de Belo Horizonte, de Minas, do Brasil e do mundo. Leia também: >>>Ponte do Rosário, uma paisagem interrompida

  • Revista Mundaréu

    Tudo é Jazz acontece em agosto CAZUZA E AMY WINEHOUSE SÃO OS HOMENAGEADOS DO FESTIVAL TUDO É JAZZ 2026 Revista Mundaréu, 10 de junho de 2026 Criolo será a atração principal do evento que acontece em agosto, em Ouro Preto A 24ª edição do Festival Tudo é Jazz já tem data marcada para acontecer: em 2026 será realizado em Ouro Preto de 14 a 16 de agosto, com entrada gratuita. O evento vai homenagear neste ano Cazuza e Amy Winehouse, dois grandes ícones da música, com diversos shows que vão relembrar grandes sucessos imortais dos dois ídolos. "Essa é a quarta edição que eu assino a direção criativa e imagética do festival e, em todas elas, procurei sempre trazer um nome de fora e um daqui chamando atenção que isso tudo é jazz! Foi assim primeiro com Elza Soares e Nina Simone, depois com Ray Charles e Pixinguinha, ano passado com Ella Fitzgerald e Dolores Duran, e agora Cazuza e Amy Winehouse. A Amy já é sabidamente ligada ao jazz, para muitos ela era considerada a Billie Holiday moderna, a mãe dela tinha uma banda de jazz... E o Cazuza transitou por muitas áreas, inclusive pelo jazz. Então foi essa a ideia desde o início para trazer os dois, Cazuza e Amy”, explica Ronaldo Fraga. A atração principal será o rapper e cantor paulistano Criolo, um dos maiores nomes da nova música brasileira, transitando entre o rap, o samba e a MPB, com músicas que misturam crítica social e poesia. A curadoria é do pianista, compositor e arranjador Gustavo Figueiredo; direção geral do produtor cultural Rud Carvalho da New View Entretenimento e Comunicação; e direção criativa de Ronaldo Fraga.

  • Revista Mundaréu

    Revista Mundaréu apoia o projeto Corpo Cidadão Revista Mundaréu abraça a causa do projeto Corpo Cidadão Revista Mundaréu, 17 de julho de 2025 Atualizado em 3 de dezembro de 2025 Corpo Cidadão ACERVO 2003 Espetáculo Planeta Lixo, no Palácio das Artes No dia 9 de dezembro de 2025, o Corpo Cidadão realiza espetáculo e exposição em comemoração aos 25 anos do projeto criado pelo Grupo Corpo Companhia de Dança. Local: Cine Theatro Brasil (Av. Amazonas, 315 - Centro, Belo Horizonte) A exposição abre às 19h30 e o espetáculo acontece às 20h30 Ingressos na plataforma Sympla A Revista Mundaréu se orgulha de anunciar que, a partir de agora, nossas páginas acompanharão os caminhos e conquistas de um dos mais respeitados projetos sociais de Minas Gerais: o Corpo Cidadão. Criado em 2000, em Belo Horizonte, o projeto é o braço social do renomado Grupo Corpo e atua com crianças, adolescentes e jovens por meio da arte-educação, da formação cidadã e da fruição cultural. Suas ações incluem oficinas, apresentações públicas e vivências artísticas em diversas cidades, sempre com o propósito de ampliar horizontes e estimular a sensibilidade. As atividades são desenvolvidas nos Núcleos de Arte Educação (NAEs), voltados à infância e adolescência, e no Grupo Experimental de Dança (GED), para jovens em fase de formação. Ninguém vive sem arte A diretora-geral do projeto, Miriam Pederneiras, fundadora do Corpo Cidadão, acredita que a arte tem o poder de manter viva a criatividade desde a infância: “Toda criança tem um potencial criativo. Mas, à medida que crescemos, o mundo vai nos moldando e a gente esquece disso. A arte mantém viva essa possibilidade de criar. Experimentar artes visuais, dança, música... a gente não vive sem arte.” Miriam também destaca a importância do contato com a arte especialmente na adolescência, fase em que os jovens tendem a se fechar, com vergonha de se expressar, pressionados pela necessidade de pertencer a um grupo e pelo medo de não se encaixar. Para ela, a arte mostra que cada pessoa tem seu próprio potencial e que todos são, à sua maneira, extraordinários. Manter viva essa criança criativa dentro de nós é essencial — e é exatamente isso que a arte proporciona. Além da formação artística, o Corpo Cidadão promove a capacitação de agentes culturais e atua na criação de novos núcleos em diferentes territórios. A proposta vai além do ensino técnico: trata-se de formar cidadãos sensíveis, atentos ao coletivo, preparados para viver e transformar seus contextos. Assim como outros projetos sociais no Brasil, o Corpo Cidadão depende de apoios diversos — especialmente de empresas e políticas públicas. Miriam reforça que investir em cultura é investir em desenvolvimento humano: “As leis de incentivo permitem que empresas direcionem parte do imposto para um projeto que gera impacto real. Elas veem o resultado de perto, assistem às apresentações, acompanham o crescimento dos participantes. É um marketing que devolve à sociedade muito mais do que visibilidade: devolve humanidade.” A Mundaréu se une com entusiasmo a essa trajetória e reafirma sua missão de valorizar iniciativas que, por meio da arte, criam vínculos, despertam potências e transformam realidades. Convidamos você a conhecer mais de perto o trabalho do Corpo Cidadão, apoiar, divulgar e participar dessa rede de afeto e transformação. Miriam Pederneiras, coordenadora-geral do Corpo Cidadão > > > Conheça o projeto Abrace essa causa você também Prosear Encontro marcou a estreia da Mundaréu como produtora cultural e a parceria com o Instituto Rococó

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    Espaço mARTE - novo ponto de convergência das artes Um enxergar plural: olhares singulares - Espaço mARTE inaugura mostra coletiva em Belo Horizonte Revista Mundaréu, 6 de junho de 2025 Gabriela Rangel , da histórica Ouro Preto, traz em sua obra referências à gravura tradicional, aliadas a narrativas visuais contemporâneas. Formada pela Escola de Belas Artes da UFMG, trabalha com técnicas como cologravura e água-tinta, explorando sobreposições e transparências que tensionam o tempo e a memória. João Diniz , de Juiz de Fora, Zona da Mata mineira, transita entre a arquitetura, a escultura e a poesia. Reconhecido internacionalmente por suas obras públicas e instalações poéticas, apresenta estudos escultóricos desenvolvidos a partir da mostra “Vetor Vivo”, no Museu das Minas e do Metal. Suas criações investigam a relação entre espaço, palavra e forma. Sérgio Marzano , natural de Conselheiro Lafaiete, região Central, atua com materiais do próprio território, cria pigmentos a partir de rejeitos minerais. Nesta exposição ele apresenta uma nova série em carvão sobre tela, resultado de pesquisa sensível sobre tempo geológico, memória e matéria bruta. Eli Rodrigues Pereira , de Queluzito, município do Campo das Vertentes, trocou a engenharia pela arte na maturidade. Aos 76 anos, assina obras com humor, crítica e lirismo, revisitando ícones da arte clássica sob um olhar mineiro e popular. Seus desenhos e colagens — marcados por cores vivas e referências híbridas — são assinados com o nome artístico “fELiZ”. Isabela Montenegro , natural de Belo Horizonte, é fotógrafa com formação em publicidade. Construiu trajetória sólida no campo da moda e desenvolve pesquisa autoral voltada para a memória e a sensibilidade do instante. Sua série Ao infinito na mente de cada um propõe deslocamentos interiores e explora a imagem como passagem entre o visível e o sensível. Orlando Castaño , nascido em Mutum, na região do Rio Doce, é gravurista, pintor e desenhista formado pela Escola Guignard. Viveu por mais de uma década na Alemanha, onde aprofundou sua pesquisa sobre o desenho. Em Belo Horizonte, encontrou sua paisagem de imaginação, representada em telas que mesclam lembrança, emoção e síntese visual. O Coletivo de Bordado , também de Belo Horizonte, é formado por Beatriz Castro, Maria Cecília e Maria Clara. Mulheres de gerações próximas, retomaram o bordado na maturidade como prática de encontro e reconstrução da memória. Inspiradas por mestres impressionistas, reinterpretam obras de Monet, Renoir e Gauguin, levando para o campo têxtil um gesto ancestral e coletivo. O coquetel de abertura para convidados acontece no dia 7 de junho de 2025. A visitação pública começa em 9 de junho, com entrada gratuita de segunda a sexta, das 11h às 19h. SERVIÇO Exposição: Um enxergar plural: olhares singulares Abertura para convidados: 7 de junho de 2025 Visitação pública: A partir de 9 de junho de 2025 Horário: Segunda a sexta, das 11h às 19h Local: Espaço mARTE – Rua Laranjal, 154, Anchieta, Belo Horizonte/MG Entrada gratuita O bairro Anchieta, em Belo Horizonte, abriga o novo ponto de convergência entre arte e território: o Espaço mARTE, que nasce como lugar de encontro, experimentação e circulação da arte em Minas Gerais. Localizado na Rua Laranjal, 154, em uma das regiões mais tradicionais da capital, o espaço propõe a convivência de múltiplas linguagens e processos criativos. A galeria, que busca se firmar como ambiente aberto a públicos diversos e contribuir para o fortalecimento do fazer artístico ao propor diálogos entre territórios e reunir trajetórias distintas, abre sua programação com a exposição coletiva Um enxergar plural: olhares singulares, sob curadoria de Isadora Bahia A exposição reúne seis artistas e um coletivo, todos com trajetórias marcadas por diferentes paisagens e experiências dentro de Minas Gerais. A multiplicidade de origens — das cidades históricas às zonas rurais, passando pela capital — revela um recorte rico sobre a diversidade da arte contemporânea mineira. Já está no ar o Audiobook da Rota Turística Jaguara! Disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência, da Empresa Mineira de Comunicação, do Governo de Minas Acesse agora!

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    Fado em Cidades Históricas em Ouro Preto Fado em Cidades Históricas ocupa o Largo do Alto das Dores em Ouro Preto Nos dias 31 de maio e 1º de junho, Ouro Preto recebe a 2ª edição do Fado em Cidades Históricas, com programação gratuita no Largo da Igreja das Dores. O evento celebra a lusofonia por meio de música, poesia, história e gastronomia. A proposta do projeto é estreitar os laços entre Brasil e Portugal e criar pontes entre heranças portuguesas, africanas e indígenas, com consciência crítica e valorização das memórias partilhadas. O público poderá desfrutar de apresentações de fado, batuques e lundus, além de vivências que resgatam vínculos culturais e afetivos. Parte da programação segue para Petrópolis (RJ), entre os dias 6 e 7 de junho. A realização é do Ministério da Cultura, Natasha Artes e Planeta Cultura e Sustentabilidade, com apoio das prefeituras de Ouro Preto e Petrópolis, e do Consulado Geral de Portugal. O projeto conta com patrocínio da Galp, Gerdau, Geocoba Engenharia, Tecnoplano e TAP Air Portugal. SHOWS EM DESTAQUE Programação Completa "Fado nas Cidades Históricas" - Ouro Preto Sábado (31/ 05) 12h - Feira Sabores e Fazeres 12h - Fado para Miúdos, com lançamento do livro “Turma da Mônica - Encontro com Fernando Pessoa” 16h - Palestra de história “Os legados do colonialismo português: exploração e desafios contemporâneos”, com Thales Guaracy 17h - Coletivo Negras Autoras 17h45 - Show Natanael Carvalho 18h30 - Show Maria Emilia (Fado) 19h30 - Show Yamandu Costa 21h - Show Carminho (Fado) 22h30 - DJ MdM Domingo (01/ 06) 12h - Feira Sabores e Fazeres 12h - Fado para Miúdos - Cortejo das Tradições; Nau da Brincadeira; Ateliê Livre Eco das Artes; Histórias de Além Mar. 14h - Cooking Show - Chef António Oliveira 15h30 - Show Sérgio Pererê 17h - Show Mariana Aydar (Forró) 19h - Show Cuca Roseta (Fado) Exposição de Luiz Pêgo no Palácio d’Ouro e mostra individual “Alguma P-arte de Mim”, de Fernando Pacheco, na Casa Torta

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    AGENDA CULTURAL DE OURO PRETO - Página em constante atualização EM DESTAQUE NA AGENDA CULTURAL DE OURO PRETO 🎨 CASA TORTA E PALÁCIO D’OURO MOVIMENTAM A CENA CONTEMPORÂNEA EM OURO PRETO Dois espaços culturais que já se tornaram referência no circuito artístico da cidade apresentam novas exposições que conectam passado e presente com ousadia e identidade. Em cartaz, obras de Fernando Pacheco e Luiz Pêgo. Leia a matéria completa da Revista Mundaréu FESTUR Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto (Festur), 4 a 6 de junho, no Centro de Artes e Convenções da UFOP, em Ouro Preto Confira AQUI a programação completa Festas juninas nos museus Os Museus de Mariana entram no clima do São João com uma festança junina pra lá de especial! Vai ter banda Candonguêro, atrações locais, comidas típicas, quadrilha, muita dança e aquele clima arretado que só Minas sabe fazer! Dias 6 e 7 de junho, a partir das 18h00 Mais informações AQUI R. Padre Rolim, 412 - Centro Comemorações dos 255 anos da Casa da Ópera de Ouro Preto O teatro mais antigo em funcionamento das Américas celebra 255 anos com programação cultural gratuita e aberta ao público. Gustavo Fechus e André Vitorino André Vitorino é pianista, sanfoneiro, produtor musical, e transita por diferentes estilos da música brasileira. Gustavo Fechus é violinista agraciado com prêmio como BDMG Jovem Músico e Jovem Instrumentista. Sexta-feira, 6 de junho, às 20h00 Luciano Luppi e Bruna Guimarães Homenagem ao poeta Fernando Pessoa, nos 90 anos de sua morte, com o ator Luciano Luppi e a violoncelista Bruna Guimarães. Sábado, 7 de junho, às 20h00 O acesso ao teatro é gratuito e por ordem de chegada. Endereço: R. Brigadeiro Musqueira, 104 - Ouro Preto, MG E vem aí: CineOP 2025 - Ouro Preto

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    Livro da Rota Jaguara - versão em áudio está disponível gratuitamente Já está no ar o Audiobook da Rota Turística Jaguara Revista Mundaréu, 5 de junho de 2025 Acesse agora! Embora o livro físico ainda não tenha sido lançado, sua versão em áudio já está disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência, da Empresa Mineira de Comunicação, do Governo de Minas. José Maurício Siqueira e Orlene Siqueira; Júnia Melillo (secretária de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito); Flávio Malta (secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto); Gilson de Deus (supervisor socioambiental da Ferro Puro Mineração); Klauss Athayde; Ubiraney Silva (Planeta D Social); o escritor Victor Stutz; Gustavo Athayde. Logo à frente, a fotógrafa Ane Souz, o coordenador-geral do projeto, Gilson Antunes, e a locutora do Audiobook, Daiana Augusto. Foi lançado no dia 4 de junho, durante o Festur 2025 — Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto — o audiobook Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara, baseado na obra homônima escrita por Victor Louis Stutz. Com adaptação e direção de Gilson Fernandes Antunes Martins e locução de Daiana Augusto, o audiobook antecipa os conteúdos e atmosferas da obra literária, que tem patrocínio da Ferro Puro Mineração, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 🎧 Ouça agora no Spotify >>> Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara Ficha Técnica do Audiobook Baseado no livro original escrito por Victor Louis Stutz, com fotos de Ane Souz Coordenação e idealização: Gilson Antunes Coordenação de produção: Ubiraney Silva Produção executiva: José Carlos Oliveira Adaptação e direção do Audiobook: Gilson Antunes Locução: Daiana Augusto Registros do lançamento no FESTUR 2025 Júnia Melillo (secretária de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito); Gilson Antunes; Elio da Mata (prefeito de Itabirito); Orlando Caldeira (ex-prefeito e atual chefe de Gabinete de Itabirito); Gilson de Deus (Ferro Puro Mineração); e o jornalista João Carlos Amaral. Gilson de Deus (Ferro Puro Mineração); Regina Braga (vice-prefeita de Ouro Preto); Angelo Oswaldo (prefeito de Ouro Preto); e Gilson Antunes (Holofote Cultural) Gilson de Deus (Ferro Puro Mineração), Victor Stutz (autor) e Ubiraney Silva ( Planeta D Social ) VERSÃO IMPRESSA ORIGINAL CHEGA EM SETEMBRO O livro de Stutz, com produção geral de Gilson Antunes e prefácio assinado pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, será lançado em duas versões: digital (eBook), em agosto, e bilíngue impressa, em setembro de 2025. A edição original contará com imagens da fotógrafa Ane Souz, registradas ao longo dos percursos da rota. A produção executiva é de José Carlos Oliveira e a coordenação de produção, de Ubiraney Silva — ambos fundamentais na articulação de agendas, no apoio aos registros de campo e na condução de ações que garantiram a realização da obra. Uma rota que conecta história, cultura e natureza Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara apresenta os diversos atrativos do circuito que conecta os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara. Criada para fomentar o turismo de experiência e impulsionar a economia, a cultura e o desenvolvimento sustentável, a Rota Jaguara é uma iniciativa do Grupo Avante, voltada ao fortalecimento das comunidades locais por meio do turismo de base comunitária, com foco na sustentabilidade e na valorização da identidade regional. Agora aberto todos os dias, Horto dos Contos reforça papel de parque urbano no centro de Ouro Preto

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