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  • Revista Mundaréu

    Mostra de Arte Cusquenha na Semana Santa de Ouro Preto CASA TORTA Arte Cusquenha encontra o Barroco Mineiro na Semana Santa de Ouro Preto Revista Mundaréu, 17 de abril de 2025 Texto e e fotos de Nino Stutz Neste ano, a programação da Semana Santa de Ouro Preto ganha um reforço cultural bastante atraente: uma Mostra de Arte Cusquenha, organizada pelos restauradores Eva Zaldivar e Aldo Araújo. A exposição promove o encontro de dois universos artísticos que dialogam profundamente por meio da fé, da exuberância estética e do enraizamento cultural. A presença da arte cusquenha em meio à grande celebração barroca provoca um elo simbólico entre dois mundos geograficamente distantes, mas intimamente unidos pela devoção visual. O resultado é uma experiência que desperta no público uma sensação de reconhecimento, surpresa e encantamento. O barroco mineiro — fruto da síntese entre o sagrado europeu e a criatividade mestiça dos artistas locais — encontra, na arte cusquenha, um reflexo andino dessa mesma fusão. São obras marcadas por douramentos intensos, figuras sacras expressivas e um simbolismo que transborda emoção e religiosidade. Essa mistura, especialmente em Ouro Preto — um dos maiores palcos do barroco brasileiro —, convida a uma nova leitura da fé pelas imagens, revelando os laços invisíveis que cruzam a América do Sul em sua pluralidade artística e espiritual. Para o presidente do Instituto Boulieu, Zaqueu Astoni, a mostra “vem abrilhantar a programação da Semana Santa, esse momento tão especial, tão bonito da cultura de Ouro Preto que é visto e admirado pelo mundo inteiro, um período de turismo religioso que encanta a todos, e a exposição traz mais uma opção de lazer cultural e espiritual para moradores e visitantes que aqui aportam”. “Temos várias obras referentes à vida, paixão e morte de Jesus Cristo, sobretudo, como estamos na Semana Santa, os martírios, a crucificação e a imagem da Pietá, que é uma iconografia muito popular”, explica Eva Zaldivar, curadora da mostra e fundadora do espaço de arte Casa Torta. Nascida no Paraguai e radicada em Ouro Preto há mais de 15 anos — onde recebeu o título de Cidadã Honorária pelo seu trabalho na preservação do patrimônio histórico —, Eva reforça: “Estamos fazendo isso de forma ilustrativa. Não se trata de uma exposição de vendas, mas sim de uma mostra dedicada às expressões artísticas latino-americanas”. Artista plástica com trajetória própria, Eva desenvolveu técnicas originais em tapeçaria e vestuário, e transformou a Casa Torta em um espaço que acolhe obras de diferentes gerações criativas — de nomes consagrados como Yara Tupynambá e seus contemporâneos, a jovens talentos formados pelo Instituto que leva o nome da ilustre artista mineira. Para quem deseja visitar a Mostra de Arte Cusquenha, encontrar o local é fácil: basta seguir o percurso dos tapetes devocionais por onde passará a Procissão do Domingo de Páscoa. No trajeto, a Casa Torta se destaca na Rua Getúlio Vargas, 133, no bairro Rosário. Sua fachada inclinada, como o próprio nome sugere, chama a atenção de quem passa, e convida os visitantes a decifrar sua arquitetura peculiar. Uma curiosidade: os moradores do bairro também conhecem a Casa Torta por ter abrigado uma figura ilustre e excêntrica da cidade, Adriana Silva de Andrade Sousa. Ela, vestida com trajes de época, costumava circular pelas ruas encarnando “Marília”, a musa das liras do poeta inconfidente Tomás Antônio Gonzaga, que escrevia sob o pseudônimo de Dirceu. Luiz Pêgo é um dos artistas que tem seu trabalho envolvido nas ações coletivas da Casa Torta Casa Torta Ateliê de Restauro: Na foto, as restauradoras Luana Rodrigue e Juliana Rocha trabalham na remoção de uma repintura na escultura de Nossa Senhora do Sagrado Coração de Maria, para o Vila Galé Collection (Unidade Ouro Preto) Mostra de Arte Cusquenha Casa Torta Rua Getúlio Vargas, 133, Bairro Rosário – Ouro Preto (MG) Período: Durante toda a Semana Santa Horário de visitação: das 9h às 19h Entrada franca Visite @casatorta.ouropreto LEIA TAMBÉM: Vila Galé Ouro Preto recupera vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri

  • Revista Mundaréu

    Vila Galé Ouro Preto recupera vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri Vitralistas renomados restauram obra de Gianfranco Cerri para o Vila Galé Ouro Preto Texto e fotos: Victor Stutz Revista Mundaréu, 28 março 2025 O Vila Galé Ouro Preto , que será inaugurado em maio de 2025, recuperou antigos vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri. São três painéis que retratam a Santa Ceia, obra encomendada pela Congregação Salesiana em 1974, quando o edifício que hoje abriga a nova unidade da rede portuguesa de hotéis, a primeira em Minas Gerais, sediava o renomado Colégio Dom Bosco. Para preservar essas peças, a administração do Vila Galé trouxe a Ouro Preto três conceituados vitralistas: Fernando Felicíssimo e a dupla Mônica Fonseca e Ruy Garcia, do Galpão Arte Mosaico, espaço dedicado à execução de projetos em mosaico e vitrais. Os trabalhos de revitalização da obra de Gianfranco começaram no domingo, 13 de março, e foram concluídos nesta sexta-feira, 28 de março. Segundo Mônica Fonseca, os painéis estavam empilhados, muito danificados e cobertos por uma camada de 51 anos de sujeira. Fernando explica como foi o processo: “Depois de limpos, colamos uma chapa de policarbonato de 6 milímetros na parte de trás dos vitrais. Feito isso , cuidamos de acertar algumas regiões mais afetadas com resina de poliéster e, em seguida, aplicamos sobre os vitrais uma camada de resina epóxi, para embutir e perpetuar a linda obra.”, detalha o vitralista. Fernando, que atuou como aprendiz de Gianfranco em 1975, explica que os vitrais foram produzidos com uma técnica exclusiva desenvolvida pelo próprio mestre italiano: “Nos vitrais que recuperamos no Vila Galé Ouro Preto, Franco usou um método próprio, cortou pequenos pedaços de um metal especial, dobrando-os com alicate e colando-os até formar o desenho completo. Era um processo extremamente artesanal, e os detalhes foram muito bem elaborados.” Ainda como aprendiz, em 1977, Fernando Felicíssimo acompanhou Cerri na fase final de seus trabalhos no Santuário Dom Bosco, um projeto modernista do arquiteto Carlos Alberto Naves. Considerado uma das Sete Maravilhas do Patrimônio Cultural de Brasília, o monumento abriga diversas obras do mestre italiano, incluindo as portas em bronze, o painel da pia batismal e a pintura em acrílico no sacrário. As portas do santuário, fundidas em bronze e representando cenas da vida de Dom Bosco, possuem 40 cm de largura e levaram 10 anos para serem concluídas. Na época, Fernando contribuiu especialmente para a colocação do sacrário. Ruy Garcia, Mônica Fonseca, do Galpão Arte Mosaico; Eduardo Silva, gerente-geral do Vila Galé Ouro Preto; e Fernando Felicíssimo, mestre vitralista que, hoje, mantém seu ateliê em Santa Cruz, ES Eduardo Silva, gerente-geral do Vila Galé Ouro Preto , comentou sobre a situação dos vitrais antes e depois da intervenção: “Os painéis estavam muito degradados e tivemos dificuldade até de transportá-los. Mas, graças ao trabalho dos especialistas, estão agora em excelente estado. Nosso objetivo é preservar o patrimônio que já existia no edifício, e vários elementos históricos presentes no imóvel estão sendo recuperados.” O Vila Galé Ouro Preto é a primeira unidade da rede em Minas Gerais e segue o conceito da marca Vila Galé Collection, que oferece hotéis exclusivos e sofisticados, instalados em locais de grande valor cultural e paisagístico, com ambientação temática. Segundo o gerente-geral Eduardo Silva, a edificação passou por um minucioso processo de restauração para aliar conforto moderno ao charme de sua história. A decoração contará com painéis alusivos à região, pedras preciosas e referências a personalidades históricas. O projeto inclui ainda a criação de dois memoriais em homenagem às instituições que ocuparam o prédio: o Regimento Regular de Cavalaria de Minas (1775), berço da Polícia Militar de Minas Gerais, e o Colégio Dom Bosco, da Congregação Salesiana. Para este último, está sendo produzido um vitral especial, criado por Fernando Felicíssimo em parceria com Mônica Fonseca e Ruy Garcia, do Galpão Arte Mosaico. Gianfranco Cerri - Nasceu em Pisa, Itália, 1928. Muralista, ceramista, pintor, fotógrafo e restaurador, iniciou sua trajetória no ateliê do pai, trabalhando com fotografia, cinema e restauração. Estabeleceu-se em Belo Horizonte em 1951, onde recebeu o Prêmio Medalha de Ouro em Fotografia. Executou murais e restaurações em importantes espaços, como a Via Sacra da Basílica de São José, em Barbacena, e a Catedral de Juiz de Fora. Restaurou painéis de Portinari na Igreja São Francisco e no PIC, em Belo Horizonte. Criou murais para o Mineirão, a Capela da Fundação Israel Pinheiro e a UFMG. Expôs suas obras em diversas galerias, consolidando sua relevância artística. Faleceu em 2008, e Belo Horizonte, MG. Sobre a Rede Vila Galé O primeiro hotel do Vila Galé foi inaugurado em 1988, na praia da Galé, no Algarve, Portugal. Com o sucesso dessa unidade, o grupo expandiu-se, abrindo outros quatro hotéis, e, no início dos anos 2000, atravessou o oceano para o Brasil, com a abertura de uma unidade em Fortaleza. No mesmo período, o grupo lançou um novo segmento de hotelaria em Portugal, com o Vila Galé Alentejo Vineyards & Olive, em Beja, que marcou sua entrada na produção de vinhos e azeites por meio da marca Santa Vitória, que comercializa produtos típicos do Alentejo desde 2002. Entre 2002 e 2020, inaugurou outras 19 unidades em três países: 12 unidades em Portugal, 6 no Brasil e 1 em Cuba. Em 2024, o grupo chegou à Espanha com a abertura do Vila Galé Isla Canela, em Huelva, e, no mesmo ano, em Portugal, lançou o Vila Galé Collection Figueira da Foz, um hotel de luxo instalado em um edifício histórico à beira-mar. Em vias de completar 40 anos, em 2026, o Vila Galé é considerado o segundo maior grupo hoteleiro português. Ao todo, são 45 unidades espalhadas pelo mundo: 32 em Portugal, 11 no Brasil, uma em Cuba e outra na Espanha. Com a recente inauguração de mais uma unidade no Brasil, a primeira em Minas Gerais, em Ouro Preto, o Vila Galé passa a administrar, ao todo, cerca de 10 mil quartos, 25 mil camas e mais de 5 mil funcionários. Ruy, Fernando, Mônica e Victor (Revista Mundaréu) em frente à portada do Vila Galé Collection Ouro Preto, escultura atribuída a Antônio Francisco Liboa, o Aleijadinho

  • Revista Mundaréu

    Tapetes da Semana Santa e o Teatro da Fé Ouro Preto e os Tapetes da Semana Santa Revista Mundaréu, 04 de abril 2025 Foto: Nino Stutz Depois de reviver as Dores de Maria e os momentos da Paixão e Morte de Cristo, o Sábado de Aleluia marca o fim do longo e reflexivo período da Quaresma, iniciado logo após o Carnaval. É então que as ruas de Ouro Preto se transformam. A mobilização para essa celebração é intensa. A Prefeitura organiza a logística — do tingimento da serragem à distribuição do material ao longo do percurso por onde vai passar a procissão da Ressurreição. A Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) oferece suporte técnico e apoio, enquanto moradores e visitantes atravessam a noite empenhados na confecção dos desenhos. Uns criam livremente, outros seguem moldes. Crianças, adultos, famílias inteiras tomam as ruas para ajudar. A regra é simples: qualquer pessoa pode participar da confecção dos tapetes, independentemente da crença, desde que o trabalho respeite os símbolos religiosos e o padrão estético da celebração. E, na manhã do Domingo de Páscoa, personagens bíblicos e dezenas de crianças vestidas de anjinho completam o cenário e puxam o cortejo, seguido pelos fiéis. É nessa hora que todo o esforço feito durante a madrugada se desfaz sob os pés da multidão, enquanto a procissão avança. Os tapetes poderiam até ser vistos como uma arte efêmera, mas é uma manifestação tão marcante que se eterniza na memória e no coração de todos que dela participam. Uma tradição quase tricentenária Os tapetes devocionais chegaram ao Brasil com os portugueses e se difundiram no período barroco, acompanhando o crescimento das cidades mineiras e sua forte ligação com o catolicismo. Em Ouro Preto, a tradição remonta ao Triunfo Eucarístico de 1733, na reinauguração da Matriz do Pilar. Naquela época, fiéis vestidos de gala enfeitaram o caminho da procissão com flores e folhagens. Com o tempo, o costume se transformou na confecção dos tapetes, que passaram a ser elaborados com materiais diversos. Hoje, eles fazem parte tanto da Semana Santa quanto da festa de Corpus Christi. Os tapetes simbolizam a acolhida de Jesus em Jerusalém, quando a população cobriu o caminho com ramos e mantos. Por isso, seus desenhos trazem símbolos religiosos que reforçam a fé e a devoção à Eucaristia. Doces e alegria no Domingo de Páscoa Ao final da procissão, os anjinhos em revoada recebem canudos recheados com amêndoas, deliciosos confeitos de açúcar preparados com chocolate, amendoim ou coco, temperados com erva-doce, cravo e canela. Essas guloseimas simbolizam a renovação da vida e a alegria da Ressurreição. A entrega das amêndoas é feita por voluntários da paróquia e por famílias que mantêm viva essa tradição há gerações. Um gesto simples, mas carregado de afeto, que envolve as crianças na liturgia e na cultura popular ouro-pretana. E não são apenas elas que se encantam — muitos adultos estendem as mãos para reviver essa doce memória da infância. Foto: Nino Stutz Foto: Nino Stutz O Teatro da Fé Ivair Fabiano Silva é um dos ouro-pretanos engajados nas cerimônias de sua paróquia. Ele explica que as figuras que saem na Procissão da Ressurreição, no Domingo de Páscoa, são basicamente as mesmas que aparecem na sexta-feira da Paixão, na chamada Procissão do Enterro. E, segundo ele, são muitas: “A composição inclui personagens do Antigo e do Novo Testamento, todos com papéis definidos no teatro da fé que toma conta das ruas de Ouro Preto”. Além de participar das encenações, Ivair também faz a locução na sexta-feira — é ele quem chama cada uma dessas figuras: “É um trabalho minucioso, porque o figurado é extenso. Há profetas, reis, apóstolos, soldados, personagens históricos e bíblicos. Tem o Barrabás, Pilatos, Herodes, José de Arimateia e Nicodemos — esses dois últimos são os que descem o Cristo da cruz na sexta-feira. E também tem o Anjo da Amargura. É muita gente!” A guarda romana também participa das duas procissões, mas, na Páscoa, há uma diferença marcante: “Enquanto na sexta-feira ela entra em cena armada, com lanças e capacetes, no domingo ela aparece em missão de paz. Os capacetes são levados nas mãos, não há lanças, apenas uma espada simbólica, mais pela composição do que por qualquer mensagem de confronto. É como se todo o aparato de guerra tivesse se rendido à paz da ressurreição”, explica Ivair. Ao longo dos anos, ele já viveu diversos desses papéis: “Já fui apóstolo, evangelista, José de Arimateia... Hoje, atuo principalmente na locução. É uma forma de estar dentro da história da paróquia — e também dentro da fé”. Foto: Neno Viana Memória e devoção Nesta foto de 2004, conduzindo o pálio, está o então prefeito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo, que hoje ocupa novamente o cargo, ao lado do Cônego José Feliciano da Costa Simões. Por 46 anos, Simões esteve à frente da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar, zelando pelas tradições da Semana Santa e pelo patrimônio histórico da cidade. Defensor incansável da arte sacra, lutou contra o roubo e a degradação das igrejas, conseguindo recuperar preciosidades, como a imagem de Nossa Senhora das Mercês, esculpida por Aleijadinho e desaparecida desde 1962. Padre Simões faleceu em 2009, aos 78 anos, deixando um legado de fé e resistência. Mas, para muitos, sua lembrança mais doce vem de um gesto simples: ao fim da procissão do Domingo de Páscoa, distribuía balas às crianças na Malhação do Judas, mantendo viva a alegria popular entre os ritos da Semana Santa. Leia mais sobre a Semana Santa em Ouro Preto no site da nossa jornalista parceira: valeriamonteiro.com.br

  • Revista Mundaréu

    Encerramento do Festival Uaimií 2025 Último ato do Festival Uaimií 2025 aquece o cardápio cultural da Rota Jaguara Revista Mundaréu, 25 de julho de 2025 Batizadas de “Atos do Festival”, as atividades foram realizadas em diferentes pontos da Rota Jaguara, entre maio e julho, com o objetivo de destacar paisagens, atrativos e iniciativas em Acuruí, distrito de Itabirito A Rota Turística Jaguara, que conecta os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto e Santa Bárbara, vem se consolidando como um dos destinos mais expressivos de Minas Gerais. A paisagem da Cordilheira do Espinhaço, os atrativos naturais e a produção cultural da região se entrelaçam em roteiros que articulam ecoturismo, memória e experiências gastronômicas. Neste contexto, o Festival Uaimií chega ao seu último ato em 2025, reafirmando o compromisso com a economia criativa e a visibilidade de iniciativas locais. O evento será realizado no sábado, 2 de agosto, no distrito de Acuruí, em Itabirito, das 11h às 20h, com entrada gratuita. A programação inclui shows, cortejo musical, apresentações de coral e concertos de música instrumental, além de culinária regional e atividades culturais para todas as idades. A estrutura conta com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, apostila em braille e monitoria especializada para pessoas com deficiência. Um dos destaques será o encontro inédito entre a Inconfidentes Jazz Orquestra e o cantor Flávio Renegado, em um espetáculo que revisita sucessos do artista e da música brasileira. Com trajetória consolidada no cenário nacional, Renegado já se apresentou no Rock in Rio e colaborou com Anitta, Emicida, Elza Soares e Samuel Rosa. Ao longo do dia, o público poderá acompanhar a performance do Vito Live Act, que combina discotecagem e improvisações com saxofone, flauta e gaita. A programação inclui também o Quarteto de Cordas da Casa de Música de Ouro Branco, o Coral Canarinhos de Itabirito, com apresentação na Igreja da Conceição, e um cortejo artístico conduzido pela Banda Santa Cecília, do distrito de Rodrigo Silva, em Ouro Preto. A proposta gastronômica será conduzida por cozinheiros e produtoras da região, com pratos e petiscos preparados a partir de ingredientes locais. Estão confirmadas as cervejarias Uaimií e Acuruí, além do tradicional pastel de angu, reconhecido como patrimônio imaterial de Itabirito. Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o Festival Uaimií dá continuidade a uma série de ações iniciadas no primeiro semestre de 2025. O conjunto das ações articula arte e turismo com foco no vínculo entre comunidade e território. Com base nos resultados desta primeira edição, os organizadores planejam ampliar o número de Atos em 2026, consolidando o Festival Uaimií como parte de uma agenda contínua de valorização cultural na Rota Jaguara. O festival conta com o patrocínio master do Grupo Avante, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Prefeitura de Itabirito, apoio da Associação de Moradores do Acuruí e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. SERVIÇO Festival Uaimií 2 de agosto de 2025 Centro do distrito de Acuruí, Itabirito (MG) Das 11h às 20h – Entrada gratuita https://festivaluaimii.com.br/ Programação Palco da Conceição 11h00 – Thunder Blues 12h30 – Vito Live Act 14h00 – Quarteto de Cordas Casa de Música de Ouro Branco 15h00 – Vito Live Act 16h00 – Coral Canarinhos (Igreja da Conceição) 17h00 – Banda Santa Cecília 17h30 – Cortejo Artístico Palco do Rosário 19h00 – Inconfidentes Jazz Orquestra convida Flávio Renegado Programa Prosear Festival de Inverno: Roda de conversa na Casa da Ópera de Ouro Preto marcou a estreia da Mundaréu como produtora cultural e a parceria com o Instituto Rococó Lydia Del Picchia (Grupo Galpão), Victor Stutz (Revista Mundaréu) e Fernando Castro (Corpo Escola de Dança) no Programa Prosear Gandarela recebe o segundo ato do Festival Uaimií no dia 21 de junho Revista Mundaréu, 10 de junho de 2025 Com programação junina e ações de educação ambiental, evento celebra a cultura regional no coração da Serra do Gandarela, em Acuruí, Itabirito Fotos (Revista Mundaréu): Mirante do Espinhaço, cenário perfeito para a nova etapa do Festival Depois de estrear com casa cheia, o Festival Uaimií anuncia o segundo ato de sua jornada cultural. A nova etapa acontece no dia 21 de junho, sexta-feira, na Ecopousada Mirante do Espinhaço, distrito de Acuruí, em Itabirito (MG), território que integra o Parque Nacional da Serra do Gandarela. Entre sabores, saberes e sons da terra, o evento mistura festa junina, vivências agroecológicas em uma celebração que reúne vários ritmos. A programação começa cedo, às 8h da manhã, com a largada do Trilhão 4x4, e se estende até o pôr do sol com forró ao pé-de-serra, quadrilha e causos contados ao vivo. Tudo isso com acesso gratuito, intérprete de Libras e monitoria inclusiva para pessoas com deficiência. Cultura viva no meio do mato Do plantio de mudas nativas ao preparo coletivo da paçoca de carne na Cozinha Show, o dia será de encontro entre quem cultiva e quem dança, quem planta e quem toca. Às 10h, começa o plantio coletivo, e às 11h, o público é convidado a conhecer práticas locais no Dia de Campo sobre a produção de pitaya, fruto que vem ganhando espaço na agricultura familiar da região. As ações fazem parte da Gandarela Criativa, frente de trabalho dedicada à educação ambiental, sustentabilidade e valorização de práticas comunitárias. Forró Lorota: da UFOP para os palcos de Itabirito O palco principal será tomado pela alegria contagiante do Forró Lorota, banda de Itabirito com raízes nos corredores da UFOP e nos arraiais da cultura popular. O grupo é formado por Paula Gallo (triângulo e vocais), Felipe Malaquias (sanfona), Filipe Nolasco (zabumba) e Filipe Santos (violão). Na bagagem, eles trazem clássicos do forró nordestino, releituras com sotaque mineiro e a energia das festas de terreiro. Antes do show, às 15h, quem esquenta as pick-ups é o DJ Bernd Stefan Zull, com set de vinis para embalar o entardecer do Gandarela. Um refúgio de canto, encantos e cachoeira A Ecopousada Mirante do Espinhaço, onde tudo acontece, é mais do que palco: é parte da experiência. Encravada entre trilhas, cachoeiras e o silêncio das montanhas, a pousada é espaço de acolhimento e turismo consciente, com foco em sustentabilidade e integração com o meio ambiente. Ideal para quem busca mais do que festa: uma vivência imersiva entre natureza e cultura. Uaimií: mais do que festival, um movimento O Festival Uaimií é uma construção coletiva. Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o projeto conta com patrocínio master do Grupo Avante, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem apoio da Prefeitura de Itabirito, da Associação de Moradores de Acuruí e realização do Ministério da Cultura — Governo Federal. O primeiro ato, em maio, aconteceu no restaurante Catana da Serra, também em Acuruí, e reuniu moradores, turistas e artistas em uma noite de encontro, sustentabilidade e música instrumental. Audiobook da Rota Turística Jaguara! Disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência Festival Uaimií retorna a Acuruí com segundo ato de arte, cultura e natureza Revista Mundaréu, 2 de junho de 2025 Equipe de organizadores do Festival Uaimií O distrito de Acuruí, em Itabirito (MG), se prepara para viver mais um capítulo de celebração cultural e comunitária com o segundo ato do Festival Uaimií, marcado para o dia 21 de junho, das 8h às 19h, na ecopousada Mirante do Espinhaço, localizada no km 6 da estrada que leva à Cachoeira da Chicadona. A programação reúne experiências variadas, combinando sustentabilidade, saberes tradicionais e arte. Estão previstos: plantio de mudas, trilhão 4x4, oficina de produção agrícola de pitaya, além de uma cozinha show com preparo ao vivo de paçoca de carne — prato típico que resgata a culinária tropeira da região. No palco, as atrações ficam por conta do grupo Forró Lorota, de Itabirito, e do DJ Bernd Stefan Zull, que conduz sets com discos de vinil, criando uma atmosfera nostálgica e dançante. Um festival em atos O primeiro ato do Festival Uaimií aconteceu no último dia 24 de maio, no Restaurante Catana da Serra, com um espetáculo de choro ao vivo comandado pelo grupo Deitando o Cabelo e participação especial da cantora Erika Curtiss. Segundo Normando Siqueira, idealizador do festival, o evento acontece em formato de “atos”, conectando diferentes espaços e públicos ao longo dos meses de junho e julho. O terceiro ato já tem data marcada: será em 5 de julho, e o encerramento está previsto para o dia 2 de agosto, no centro histórico de Acuruí. Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o festival conta com patrocínio master do Grupo Avante, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, além do apoio da Prefeitura de Itabirito e da Associação de Moradores de Acuruí. Para Gilson de Deus, supervisor de Relacionamento com Comunidades da Ferro Puro Mineração, patrocinadora do evento, o Festival Uaimií representa um projeto fundamental: “É uma iniciativa extremamente importante, pois promove cultura, gastronomia e oferece bem-estar e lazer para as comunidades." Com entrada gratuita e atmosfera acolhedora, o Festival Uaimií reafirma a potência cultural do interior mineiro e convida moradores e visitantes a vivenciarem um território de encontros, memórias e novas experiências. O secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, assina o prefácio do livro de Victor Stutz, com fotos de Ane Souz (Foto: Gilson Antunes, coordenador do projeto, e Leônidas Oliveira) Festival Uaimií em Acuruí promove encontro entre o choro e o erudito Revista Mundaréu, 5 de maio de 2025 Evento tem apoio da Ferro Puro Mineração, do Grupo Avante O distrito de Acuruí, em Itabirito, recebe no dia 24 de maio o primeiro ato do Festival Uaimií. A abertura será marcada pela apresentação do grupo de choro Deitando o Cabelo, com participação da cantora Erika Curtiss, no Restaurante Catana da Serra, a partir das 13h. A entrada é gratuita. Com proposta que integra música, cultura e preservação ambiental, o evento contará com medidas de acessibilidade, como intérprete de Libras e acompanhamento especializado para pessoas com espectros, síndromes ou outras condições que limitem o acesso aos conteúdos. “Uaimií” é uma palavra de origem tupi-guarani que significa nascente do Rio das Velhas. De acordo com o idealizador Normando Siqueira, o festival busca chamar atenção para a importância da preservação do rio. Entre as ações previstas estão uso de ecocopos e coleta seletiva de resíduos. Com quatro datas programadas entre maio e agosto de 2025, o festival reunirá apresentações de bandas instrumentais, corais, orquestras e grupos civis. Para o coordenador Gilson Antunes, o projeto reforça o papel da música ao vivo na formação de público e na valorização do processo criativo dos artistas. O apoio institucional é da Ferro Puro Mineração e do Grupo Avante. “Nosso compromisso é incentivar iniciativas que fortaleçam o turismo e a cultura local. O Festival Uaimií atua nessas frentes e contribui com a economia regional”, afirma Gilson de Deus, supervisor socioambiental da empresa. Realizado pela Uaimií Produções em coprodução com a Holofote Cultural, o festival conta com patrocínio master do Grupo Avante, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoiam ainda a Prefeitura de Itabirito, a Associação de Moradores do Acuruí e a Revista Mundaréu. A realização é do Ministério da Cultura – Governo Federal. Serviço Festival Uaimií – Primeiro Ato Data: 24 de maio de 2025 Horário: 13h Local: Restaurante Catana da Serra – Asfalto Capanema, km 14 – Vale do Catana – Itabirito/MG Entrada gratuita Acessibilidade: intérprete de Libras e monitor especializado para atendimento PCD Apoio: Grupo Avante, Ferro Puro Mineração, Prefeitura de Itabirito, Associação de Moradores do Acuruí e Revista Mundaréu Festival Tudo é Jazz 2025 traz Corpo Cidadão à Casa da Ópera

  • Revista Mundaréu

    Leônidas Oliveira apresenta o livro da Rota Jaguara Rota Jaguara ganha livro com prefácio do secretário Leônidas Oliveira 07 de abril 2025 Gilson Fernandes, da Holofote Cultural, que coordenou o projeto do livro, e Leônidas Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, que assina o prefácio (Foto/divulgação) Obra que reúne memórias, histórias e imagens de comunidades entre Ouro Preto, Itabirito, Rio Acima, Santa Bárbara e Barão de Cocais será lançada em três formatos ao longo de 2025 Uma jornada entre vilarejos, ruínas, serras e memórias. É isso que propõe o livro Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara, projeto patrocinado pela Ferro Puro Mineração por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com lançamento previsto para 2025, a publicação ganha ainda mais força com o prefácio assinado por Leônidas Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. Com textos de Victor Louis Stutz e imagens de Ane Souz, a obra costura depoimentos, paisagens e fragmentos da vida cotidiana nos caminhos que ligam Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara — cinco municípios que compartilham raízes profundas com o ciclo do ouro e com a construção das Minas coloniais, mas que também apontam para um turismo contemporâneo, centrado no cuidado com o patrimônio e no protagonismo das comunidades locais. “Nas palavras de Victor Louis Stutz e nas imagens de Ane Souz, o leitor é conduzido não apenas por estradas de terra e vilarejos escondidos, mas por uma jornada de sensibilização. Mais do que um destino, é um manifesto sobre o futuro do turismo: um turismo que respeita, que preserva, que emociona”, escreve Leônidas, num texto que dialoga diretamente com a proposta do livro e da própria Rota Jaguara. Desde novembro de 2024, o autor, a fotógrafa e o coordenador geral do projeto, Gilson Fernandes Antunes Martins, têm percorrido as comunidades do entorno da Rota para registrar histórias orais, eventos marcantes, paisagens simbólicas e práticas culturais. O trabalho de campo conta com produção executiva de José Carlos Oliveira e coordenação de produção de Ubiraney Silva. A publicação será lançada em três formatos. O audiobook será o primeiro a chegar ao público, em junho. Em agosto, será a vez do eBook. Já a edição impressa e bilíngue, publicada pela Editora Tuya em parceria com a Holofote Cultural, será lançada em setembro, com previsão de circular nos principais festivais de turismo de Minas e do Brasil. Para Gilson de Deus, supervisor socioambiental da Ferro Puro Mineração, o livro representa um marco importante: “Apoiamos a construção da Rota Jaguara desde o início, com treinamentos, assessoria, workshops e promoção de eventos. Ver esse projeto se desenvolver e ganhar visibilidade nos enche de orgulho e confirma que estamos no caminho certo para contribuir com a economia e o desenvolvimento social da região.” Idealizada pelo Grupo Avante, a Rota Turística Jaguara tem como base o turismo de experiências e a valorização dos saberes e fazeres locais. O projeto aposta na sustentabilidade, na inclusão social e na força da economia criativa para gerar renda, visibilidade e pertencimento nas comunidades que integram o circuito. LEIA TAMBÉM: Ouro Preto: Tapetes da Semana Santa e o doce teatro da fé

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    Festur 2025 lança audiolivro da Rota Jaguara e anuncia versão bilíngue impressa e digital para o segundo semestre Festur 2025 lança audiolivro da Rota Jaguara e anuncia versão bilíngue impressa e digital para o segundo semestre Durante a abertura oficial do Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto (Festur), em 4 de junho, às 18h30, no Centro de Artes e Convenções da UFOP, em Ouro Preto, será apresentado ao público o audiolivro "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara", de autoria do escritor Victor Louis Stutz. A obra celebra o circuito histórico, cultural e natural que conecta os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara. Produzido com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocinado pela Ferro Puro Mineração, o projeto foi realizado pela Holofote Cultural, com produção executiva de José Carlos Oliveira e coordenação de produção de Ubiraney Silva. A adaptação e narração do texto para o formato de áudio ficou a cargo de Daiana Augusto, com direção de Gilson Fernandes Antunes Martins, o idealizador do projeto. Além do lançamento do audiolivro, foi anunciada a chegada, no segundo semestre de 2025, da versão bilíngue da obra — em português e inglês — com edições impressa e digital (e-book), pela Editora Tuya, em parceria com a Holofote Cultural. O livro, com prefácio do secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, contará ainda com registros fotográficos de Ane Souz. "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara" apresenta os diversos atrativos do circuito, criado para fomentar o turismo e impulsionar a economia, a cultura e o desenvolvimento sustentável da região. Durante o lançamento no Festur, o autor Victor Stutz, o produtor Gilson Antunes e a locutora do audiolivro, Daiana Augusto, compartilharão com o público os bastidores da criação da obra e o processo de adaptação para os diferentes formatos. A Rota Jaguara é uma iniciativa do Grupo Avante, com foco no turismo de experiência e base comunitária, envolvendo comunidades como Acuruí, Capanema, Água Limpa, Palmital, Maracujá, Conceição do Rio Acima e Galego. Sobre o projeto, o supervisor socioambiental da Ferro Puro Mineração, Gilson de Deus, destacou o compromisso da empresa com o desenvolvimento regional: “Desde o início deste projeto, apoiamos a construção da Rota Jaguara por meio de treinamentos, assessoria, workshops, promoção de eventos e várias outras ações. Ver esse grupo se desenvolvendo e recebendo essa visibilidade nos deixa orgulhosos e convictos de que estamos no caminho certo para contribuir com a economia e o desenvolvimento social da região.” O lançamento do audiolivro no Festur 2025 marca um importante passo na valorização do patrimônio imaterial e da memória das comunidades envolvidas, colocando luz sobre histórias locais e trajetórias de vida que compõem a riqueza cultural de Minas Gerais. Sobre o Festur 2025 O Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto — Festur, em sua edição de 2025, tem como objetivo difundir e fomentar o turismo mineiro, promovendo a integração entre diversas cidades do estado. O evento contempla gastronomia, arte, música, tecnologia, empreendedorismo e experiências culturais que celebram a diversidade de Minas Gerais. Durante o festival, que acontece de 4 a 6 de junho, no Centro de Artes e Convençoes da UFOP, em Ouro Preto, o público poderá visitar estandes com expositores, roteiros turísticos, serviços, mostras culturais, degustações gastronômicas e espaços temáticos voltados a segmentos específicos, como cozinhas-shows, rodadas de negócios, turismo cultural e ecoturismo. Uma das novidades desta edição é a participação da EMATER, que organiza uma feira especial com 20 produtores locais, apresentando cafés especiais, vinhos artesanais e outros produtos no espaço de exposições. O Festur é organizado pelo Circuito do Ouro Convention & Visitors Bureau, com sede em Ouro Preto, em parceria com a CM Business Hub. Conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), da Prefeitura Municipal de Ouro Preto, da Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto (ACEOP) e de demais instituições parceiras. O prefeito Angelo Oswaldo, de Ouro Preto, cidade anfitriã do evento, destaca a abrangência do festival e sua importância para a valorização do turismo local: “O Festur é a grande festa do turismo em Ouro Preto, ao abraçar todo o nosso potencial e acolher parceiros prestigiosos de diversas cidades. Olhando nesse espelho, Ouro Preto identifica as vertentes empolgantes do nosso turismo, na cidade e nos distritos, nas montanhas e cachoeiras, nas áreas rurais e nos restaurantes e pousadas do município inteiro. E recebemos todos aqueles que sabem enxergar as possibilidades imensas que só o turismo pode gerar.” O secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, Flávio Malta, ressalta os impactos econômicos e estruturais do festival para o município: “Ter um evento dessa maneira, na nossa cidade, é muito importante, isso impulsiona e diversifica o turismo, oxigena as atividades dentro da própria cidade, o que é muito bom. O turismo é construção contínua, e o festival de turismo é muito importante para atração de novos negócios, de agentes de viagem, operadoras de turismo.” Para a subsecretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Patrícia Moreira, o Festur representa um momento estratégico para a promoção do turismo no estado e no país: “Nós estaremos lá com o estande de Minas Gerais para promover as experiências turísticas do estado, a nossa cozinha mineira e levar muita novidade para que os participantes tenham acesso cada vez mais ao setor do turismo mineiro.” ROTA JAGUARA, O LIVRO

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    Turismo Cultura e Artes de Minas CONVITE Na abertura oficial do Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto – FESTUR 2025, a obra “Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara”, do escritor Victor Louis Stutz, será apresentada, em formato audiolivro no estande de Itabirito, que compartilha com orgulho essa experiência inovadora com os visitantes do FESTUR. Quarta-feira, 4 de junho, 18h30 Local: Centro de Artes e Convenções da UFOP Ouro Preto, MG Sobre o Audiolivro Adaptação do texto original para áudio e narração: Daiana Augusto, Idealização do projeto e direção: Gilson Fernandes Antunes Martins Sobre o livro "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara", do escritor Victor Louis Stutz, chegará ao público em impressa e digital (bilíngue) no 2o semestre de 2025, com fotos de Ane Souz.e prefácio do secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira. Produção executiva: José Carlos Oliveira Coordenação de produção: Ubiraney Silva. Patrocínio Cultural: Ferro Puro Mineração, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura O lançamento do Audiolivro acontece logo após Fórum Estadual de Empreendedores e Secretários de Turismo e Cultura que, neste ano, abordará o tema: Gestão Pública de Resultado e Investimento para o Turismo >>> Informações sobre o FESTUR e o credenciamentos

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    Livro da Rota Jaguara - versão em áudio está disponível gratuitamente Já está no ar o Audiobook da Rota Turística Jaguara Revista Mundaréu, 5 de junho de 2025 Acesse agora! Embora o livro físico ainda não tenha sido lançado, sua versão em áudio já está disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência, da Empresa Mineira de Comunicação, do Governo de Minas. José Maurício Siqueira e Orlene Siqueira; Júnia Melillo (secretária de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito); Flávio Malta (secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto); Gilson de Deus (supervisor socioambiental da Ferro Puro Mineração); Klauss Athayde; Ubiraney Silva (Planeta D Social); o escritor Victor Stutz; Gustavo Athayde. Logo à frente, a fotógrafa Ane Souz, o coordenador-geral do projeto, Gilson Antunes, e a locutora do Audiobook, Daiana Augusto. Foi lançado no dia 4 de junho, durante o Festur 2025 — Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto — o audiobook Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara, baseado na obra homônima escrita por Victor Louis Stutz. Com adaptação e direção de Gilson Fernandes Antunes Martins e locução de Daiana Augusto, o audiobook antecipa os conteúdos e atmosferas da obra literária, que tem patrocínio da Ferro Puro Mineração, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 🎧 Ouça agora no Spotify >>> Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara Ficha Técnica do Audiobook Baseado no livro original escrito por Victor Louis Stutz, com fotos de Ane Souz Coordenação e idealização: Gilson Antunes Coordenação de produção: Ubiraney Silva Produção executiva: José Carlos Oliveira Adaptação e direção do Audiobook: Gilson Antunes Locução: Daiana Augusto Registros do lançamento no FESTUR 2025 Júnia Melillo (secretária de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito); Gilson Antunes; Elio da Mata (prefeito de Itabirito); Orlando Caldeira (ex-prefeito e atual chefe de Gabinete de Itabirito); Gilson de Deus (Ferro Puro Mineração); e o jornalista João Carlos Amaral. Gilson de Deus (Ferro Puro Mineração); Regina Braga (vice-prefeita de Ouro Preto); Angelo Oswaldo (prefeito de Ouro Preto); e Gilson Antunes (Holofote Cultural) Gilson de Deus (Ferro Puro Mineração), Victor Stutz (autor) e Ubiraney Silva ( Planeta D Social ) VERSÃO IMPRESSA ORIGINAL CHEGA EM SETEMBRO O livro de Stutz, com produção geral de Gilson Antunes e prefácio assinado pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, será lançado em duas versões: digital (eBook), em agosto, e bilíngue impressa, em setembro de 2025. A edição original contará com imagens da fotógrafa Ane Souz, registradas ao longo dos percursos da rota. A produção executiva é de José Carlos Oliveira e a coordenação de produção, de Ubiraney Silva — ambos fundamentais na articulação de agendas, no apoio aos registros de campo e na condução de ações que garantiram a realização da obra. Uma rota que conecta história, cultura e natureza Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara apresenta os diversos atrativos do circuito que conecta os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara. Criada para fomentar o turismo de experiência e impulsionar a economia, a cultura e o desenvolvimento sustentável, a Rota Jaguara é uma iniciativa do Grupo Avante, voltada ao fortalecimento das comunidades locais por meio do turismo de base comunitária, com foco na sustentabilidade e na valorização da identidade regional. Agora aberto todos os dias, Horto dos Contos reforça papel de parque urbano no centro de Ouro Preto

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    Rota Jaguara na WTM Latin America Rota Jaguara em destaque na WTM Latin America 2025 Saulo Filardi reresentou a Rota Jaguara a convite do Secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira (divulgação) Começou nesta segunda-feira, 14 de abril, em São Paulo, a edição 2025 da WTM Latin America — um dos maiores eventos de turismo da América Latina. Reunindo profissionais qualificados, influenciadores e compradores do Brasil e de 41 países, o encontro tem movimentado o setor com lançamentos, trocas de experiências e boas oportunidades de negócios. A programação vai até quarta-feira, dia 16, e estima-se que mais de 29 mil visitantes passem pelos corredores do evento. Entre os expositores, o estande de Minas Gerais se destacou logo no primeiro dia. Com criatividade, presença de representantes de diferentes regiões do estado e uma rica programação voltada à valorização da identidade mineira, o espaço tem chamado atenção de operadores, agentes e da imprensa especializada. Produtos regionais, roteiros autorais e experiências ligadas ao patrimônio cultural e natural compõem o cardápio de encantos oferecido por Minas ao público. A convite do Secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, o empreendedor turístico Saulo Filardi esteve presente representando a IG Jabuticaba de Cachoeira do Campo a Ouro Preto de Minas e divulgando a Rota Turística Jaguara, que vem ganhando força ao valorizar territórios, produtores e comunidades da região central do estado. A Rota Jaguara é um caminho turístico que atravessa as paisagens e tradições de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara, incluindo comunidades como Acuruí, Água Limpa, Palmital, Maracujá, Conceição do Rio Acima e Galego. Emoldurada pelas Serras do Capanema e do Gandarela, a rota é rica em atrativos naturais e culturais, trilhas, cachoeiras, gastronomia regional e experiências autênticas com hospedagens acolhedoras, artesanato e sabores que revelam a alma do território. Mais do que divulgar um destino, a presença da Rota Jaguara na WTM Latin America reforça uma tendência: o turismo com identidade, que valoriza o que é local, gera pertencimento e conecta viajantes ao que Minas tem de mais genuíno. Produtos da Rota que fizeram sucesso no estande de Minas Gerais ROTA JAGUARA: O LIVRO

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    Documentário resgata a vida monástica de Olinda e convida o público a um olhar além do carnaval OLINDA SACRA revela o lado menos conhecido da cidade além do carnaval Olinda, cidade reconhecida por seu carnaval e por seu patrimônio barroco, ganha um novo registro audiovisual com o documentário "Olinda Sacra – Um Olhar Mineiro sobre Olinda", dirigido por Paulo Rogério Lage. O filme será lançado no dia 12 de março, às 20h, no adro do Mosteiro de São Bento, como parte das comemorações pelos 490 anos da cidade. O documentário propõe uma imersão na espiritualidade e no cotidiano das ordens religiosas de Olinda, explorando a cidade a partir dos ritos diários dos mosteiros e conventos. O filme começa com as Laudes, orações matinais dos monges beneditinos, percorre as ruas e igrejas ao longo do dia e se encerra com as Vésperas, as orações vespertinas entoadas pelas freiras beneditinas da Misericórdia. O percurso traduz um olhar contemplativo sobre a cidade, destacando a vida religiosa que se mantém presente ao longo do ano, ainda que ofuscada pela efervescência carnavalesca. A importância da construção visual do documentário é ressaltada pelo trabalho de Toinho Melcop (fotografia) e Nilton Pereira (cinegrafia), cuja sensibilidade foi fundamental para capturar a essência das imagens e criar uma narrativa visual que respeita os ritmos da cidade e dos espaços monásticos. "A fotografia e o enquadramento de cada cena foram pensados para transmitir a experiência da fé e da contemplação", destaca o diretor. "O que eu queria era começar o dia com os monges, passar o dia em Olinda e terminar nas Vésperas com as irmãs", explica Paulo Rogério Lage, que dirigiu e roteirizou o documentário. Mineiro, economista de formação, mas um apaixonado por história e cultura, ele ressalta que sempre esteve mais próximo das artes do que dos números. "Eu sou naturalmente arquiteto, não sou economista. Gosto de história", conta. Sua trajetória inclui trabalhos com Grupo Corpo, Milton Nascimento e Alceu Valença, além de projetos culturais em diversas cidades do Brasil e do exterior. A proposta do filme surgiu da vontade de apresentar Olinda por uma perspectiva diferente, menos explorada. "Olinda tem um lado que não é dado valor", afirma o diretor, referindo-se à vida monástica e religiosa da cidade. Para ele, o documentário é um convite para que os espectadores descubram esse aspecto da cidade e compreendam sua relação com o cotidiano dos religiosos e com o próprio patrimônio histórico. Acesso a espaços restritos e uma trilha sonora que dialoga com a cidade A equipe do filme teve acesso exclusivo a espaços tradicionalmente fechados ao público, como as clausuras do Mosteiro de São Bento, do Convento do Carmo e do Convento de São Francisco. O trabalho contou com o apoio de líderes religiosos, entre eles Dom Luiz Soares, abade do Mosteiro de São Bento, Frei Marconi Lins, superior do Convento de São Francisco, e Frei Alberto Bezerra da Costa, reitor do Convento do Carmo. A trilha sonora reflete o diálogo entre o sagrado e a identidade cultural da cidade. As Laudes e as Vésperas foram gravadas ao vivo, trazendo o canto dos monges e das freiras. O filme também incorpora a canção "Galho Seco", composta pelo pernambucano Jacaré, cuja melodia acompanha o caminhar do diretor por Olinda há anos. "Eu ouvi essa música pela primeira vez nos Quatro Cantos e precisei bater na porta de onde vinha o som para saber o que era", lembra Lage. Além dela, o documentário traz o "Baião Barroco", de Juarez Moreira, que une elementos do barroco mineiro e da tradição musical nordestina. Reflexão sobre fé e diversidade religiosa. Ao retratar a rotina monástica, o documentário também propõe uma discussão sobre a convivência entre diferentes crenças. "Qualquer que seja a religião, na hora que você se deixa enlevar, você consegue ter harmonia", reflete o diretor. O filme destaca a relação de Olinda com a espiritualidade e sugere um olhar além do calendário festivo. "Olinda faz todo o marketing dela em cima do carnaval, mas ainda tem uma vida religiosa importante", observa. Exibição e expectativas A estreia no Mosteiro de São Bento reforça o caráter simbólico do documentário e a conexão entre a cidade e sua herança espiritual. O evento será gratuito e aberto ao público, permitindo que moradores e visitantes conheçam uma Olinda diferente, marcada por suas igrejas, mosteiros e ritos diários que permanecem vivos ao longo dos séculos.

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