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Revista Mundaréu apoia o projeto Corpo Cidadão Revista Mundaréu abraça a causa do projeto Corpo Cidadão Revista Mundaréu, 17 de julho de 2025 Atualizado em 3 de dezembro de 2025 Corpo Cidadão ACERVO 2003 Espetáculo Planeta Lixo, no Palácio das Artes No dia 9 de dezembro de 2025, o Corpo Cidadão realiza espetáculo e exposição em comemoração aos 25 anos do projeto criado pelo Grupo Corpo Companhia de Dança. Local: Cine Theatro Brasil (Av. Amazonas, 315 - Centro, Belo Horizonte) A exposição abre às 19h30 e o espetáculo acontece às 20h30 Ingressos na plataforma Sympla A Revista Mundaréu se orgulha de anunciar que, a partir de agora, nossas páginas acompanharão os caminhos e conquistas de um dos mais respeitados projetos sociais de Minas Gerais: o Corpo Cidadão. Criado em 2000, em Belo Horizonte, o projeto é o braço social do renomado Grupo Corpo e atua com crianças, adolescentes e jovens por meio da arte-educação, da formação cidadã e da fruição cultural. Suas ações incluem oficinas, apresentações públicas e vivências artísticas em diversas cidades, sempre com o propósito de ampliar horizontes e estimular a sensibilidade. As atividades são desenvolvidas nos Núcleos de Arte Educação (NAEs), voltados à infância e adolescência, e no Grupo Experimental de Dança (GED), para jovens em fase de formação. Ninguém vive sem arte A diretora-geral do projeto, Miriam Pederneiras, fundadora do Corpo Cidadão, acredita que a arte tem o poder de manter viva a criatividade desde a infância: “Toda criança tem um potencial criativo. Mas, à medida que crescemos, o mundo vai nos moldando e a gente esquece disso. A arte mantém viva essa possibilidade de criar. Experimentar artes visuais, dança, música... a gente não vive sem arte.” Miriam também destaca a importância do contato com a arte especialmente na adolescência, fase em que os jovens tendem a se fechar, com vergonha de se expressar, pressionados pela necessidade de pertencer a um grupo e pelo medo de não se encaixar. Para ela, a arte mostra que cada pessoa tem seu próprio potencial e que todos são, à sua maneira, extraordinários. Manter viva essa criança criativa dentro de nós é essencial — e é exatamente isso que a arte proporciona. Além da formação artística, o Corpo Cidadão promove a capacitação de agentes culturais e atua na criação de novos núcleos em diferentes territórios. A proposta vai além do ensino técnico: trata-se de formar cidadãos sensíveis, atentos ao coletivo, preparados para viver e transformar seus contextos. Assim como outros projetos sociais no Brasil, o Corpo Cidadão depende de apoios diversos — especialmente de empresas e políticas públicas. Miriam reforça que investir em cultura é investir em desenvolvimento humano: “As leis de incentivo permitem que empresas direcionem parte do imposto para um projeto que gera impacto real. Elas veem o resultado de perto, assistem às apresentações, acompanham o crescimento dos participantes. É um marketing que devolve à sociedade muito mais do que visibilidade: devolve humanidade.” A Mundaréu se une com entusiasmo a essa trajetória e reafirma sua missão de valorizar iniciativas que, por meio da arte, criam vínculos, despertam potências e transformam realidades. Convidamos você a conhecer mais de perto o trabalho do Corpo Cidadão, apoiar, divulgar e participar dessa rede de afeto e transformação. Miriam Pederneiras, coordenadora-geral do Corpo Cidadão > > > Conheça o projeto Abrace essa causa você também Prosear Encontro marcou a estreia da Mundaréu como produtora cultural e a parceria com o Instituto Rococó
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Festur 2025 lança audiolivro da Rota Jaguara e anuncia versão bilíngue impressa e digital para o segundo semestre Festur 2025 lança audiolivro da Rota Jaguara e anuncia versão bilíngue impressa e digital para o segundo semestre Durante a abertura oficial do Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto (Festur), em 4 de junho, às 18h30, no Centro de Artes e Convenções da UFOP, em Ouro Preto, será apresentado ao público o audiolivro "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara", de autoria do escritor Victor Louis Stutz. A obra celebra o circuito histórico, cultural e natural que conecta os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara. Produzido com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocinado pela Ferro Puro Mineração, o projeto foi realizado pela Holofote Cultural, com produção executiva de José Carlos Oliveira e coordenação de produção de Ubiraney Silva. A adaptação e narração do texto para o formato de áudio ficou a cargo de Daiana Augusto, com direção de Gilson Fernandes Antunes Martins, o idealizador do projeto. Além do lançamento do audiolivro, foi anunciada a chegada, no segundo semestre de 2025, da versão bilíngue da obra — em português e inglês — com edições impressa e digital (e-book), pela Editora Tuya, em parceria com a Holofote Cultural. O livro, com prefácio do secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, contará ainda com registros fotográficos de Ane Souz. "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara" apresenta os diversos atrativos do circuito, criado para fomentar o turismo e impulsionar a economia, a cultura e o desenvolvimento sustentável da região. Durante o lançamento no Festur, o autor Victor Stutz, o produtor Gilson Antunes e a locutora do audiolivro, Daiana Augusto, compartilharão com o público os bastidores da criação da obra e o processo de adaptação para os diferentes formatos. A Rota Jaguara é uma iniciativa do Grupo Avante, com foco no turismo de experiência e base comunitária, envolvendo comunidades como Acuruí, Capanema, Água Limpa, Palmital, Maracujá, Conceição do Rio Acima e Galego. Sobre o projeto, o supervisor socioambiental da Ferro Puro Mineração, Gilson de Deus, destacou o compromisso da empresa com o desenvolvimento regional: “Desde o início deste projeto, apoiamos a construção da Rota Jaguara por meio de treinamentos, assessoria, workshops, promoção de eventos e várias outras ações. Ver esse grupo se desenvolvendo e recebendo essa visibilidade nos deixa orgulhosos e convictos de que estamos no caminho certo para contribuir com a economia e o desenvolvimento social da região.” O lançamento do audiolivro no Festur 2025 marca um importante passo na valorização do patrimônio imaterial e da memória das comunidades envolvidas, colocando luz sobre histórias locais e trajetórias de vida que compõem a riqueza cultural de Minas Gerais. Sobre o Festur 2025 O Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto — Festur, em sua edição de 2025, tem como objetivo difundir e fomentar o turismo mineiro, promovendo a integração entre diversas cidades do estado. O evento contempla gastronomia, arte, música, tecnologia, empreendedorismo e experiências culturais que celebram a diversidade de Minas Gerais. Durante o festival, que acontece de 4 a 6 de junho, no Centro de Artes e Convençoes da UFOP, em Ouro Preto, o público poderá visitar estandes com expositores, roteiros turísticos, serviços, mostras culturais, degustações gastronômicas e espaços temáticos voltados a segmentos específicos, como cozinhas-shows, rodadas de negócios, turismo cultural e ecoturismo. Uma das novidades desta edição é a participação da EMATER, que organiza uma feira especial com 20 produtores locais, apresentando cafés especiais, vinhos artesanais e outros produtos no espaço de exposições. O Festur é organizado pelo Circuito do Ouro Convention & Visitors Bureau, com sede em Ouro Preto, em parceria com a CM Business Hub. Conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), da Prefeitura Municipal de Ouro Preto, da Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto (ACEOP) e de demais instituições parceiras. O prefeito Angelo Oswaldo, de Ouro Preto, cidade anfitriã do evento, destaca a abrangência do festival e sua importância para a valorização do turismo local: “O Festur é a grande festa do turismo em Ouro Preto, ao abraçar todo o nosso potencial e acolher parceiros prestigiosos de diversas cidades. Olhando nesse espelho, Ouro Preto identifica as vertentes empolgantes do nosso turismo, na cidade e nos distritos, nas montanhas e cachoeiras, nas áreas rurais e nos restaurantes e pousadas do município inteiro. E recebemos todos aqueles que sabem enxergar as possibilidades imensas que só o turismo pode gerar.” O secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, Flávio Malta, ressalta os impactos econômicos e estruturais do festival para o município: “Ter um evento dessa maneira, na nossa cidade, é muito importante, isso impulsiona e diversifica o turismo, oxigena as atividades dentro da própria cidade, o que é muito bom. O turismo é construção contínua, e o festival de turismo é muito importante para atração de novos negócios, de agentes de viagem, operadoras de turismo.” Para a subsecretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Patrícia Moreira, o Festur representa um momento estratégico para a promoção do turismo no estado e no país: “Nós estaremos lá com o estande de Minas Gerais para promover as experiências turísticas do estado, a nossa cozinha mineira e levar muita novidade para que os participantes tenham acesso cada vez mais ao setor do turismo mineiro.” ROTA JAGUARA, O LIVRO
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Espaço mARTE - novo ponto de convergência das artes Um enxergar plural: olhares singulares - Espaço mARTE inaugura mostra coletiva em Belo Horizonte Revista Mundaréu, 6 de junho de 2025 Gabriela Rangel , da histórica Ouro Preto, traz em sua obra referências à gravura tradicional, aliadas a narrativas visuais contemporâneas. Formada pela Escola de Belas Artes da UFMG, trabalha com técnicas como cologravura e água-tinta, explorando sobreposições e transparências que tensionam o tempo e a memória. João Diniz , de Juiz de Fora, Zona da Mata mineira, transita entre a arquitetura, a escultura e a poesia. Reconhecido internacionalmente por suas obras públicas e instalações poéticas, apresenta estudos escultóricos desenvolvidos a partir da mostra “Vetor Vivo”, no Museu das Minas e do Metal. Suas criações investigam a relação entre espaço, palavra e forma. Sérgio Marzano , natural de Conselheiro Lafaiete, região Central, atua com materiais do próprio território, cria pigmentos a partir de rejeitos minerais. Nesta exposição ele apresenta uma nova série em carvão sobre tela, resultado de pesquisa sensível sobre tempo geológico, memória e matéria bruta. Eli Rodrigues Pereira , de Queluzito, município do Campo das Vertentes, trocou a engenharia pela arte na maturidade. Aos 76 anos, assina obras com humor, crítica e lirismo, revisitando ícones da arte clássica sob um olhar mineiro e popular. Seus desenhos e colagens — marcados por cores vivas e referências híbridas — são assinados com o nome artístico “fELiZ”. Isabela Montenegro , natural de Belo Horizonte, é fotógrafa com formação em publicidade. Construiu trajetória sólida no campo da moda e desenvolve pesquisa autoral voltada para a memória e a sensibilidade do instante. Sua série Ao infinito na mente de cada um propõe deslocamentos interiores e explora a imagem como passagem entre o visível e o sensível. Orlando Castaño , nascido em Mutum, na região do Rio Doce, é gravurista, pintor e desenhista formado pela Escola Guignard. Viveu por mais de uma década na Alemanha, onde aprofundou sua pesquisa sobre o desenho. Em Belo Horizonte, encontrou sua paisagem de imaginação, representada em telas que mesclam lembrança, emoção e síntese visual. O Coletivo de Bordado , também de Belo Horizonte, é formado por Beatriz Castro, Maria Cecília e Maria Clara. Mulheres de gerações próximas, retomaram o bordado na maturidade como prática de encontro e reconstrução da memória. Inspiradas por mestres impressionistas, reinterpretam obras de Monet, Renoir e Gauguin, levando para o campo têxtil um gesto ancestral e coletivo. O coquetel de abertura para convidados acontece no dia 7 de junho de 2025. A visitação pública começa em 9 de junho, com entrada gratuita de segunda a sexta, das 11h às 19h. SERVIÇO Exposição: Um enxergar plural: olhares singulares Abertura para convidados: 7 de junho de 2025 Visitação pública: A partir de 9 de junho de 2025 Horário: Segunda a sexta, das 11h às 19h Local: Espaço mARTE – Rua Laranjal, 154, Anchieta, Belo Horizonte/MG Entrada gratuita O bairro Anchieta, em Belo Horizonte, abriga o novo ponto de convergência entre arte e território: o Espaço mARTE, que nasce como lugar de encontro, experimentação e circulação da arte em Minas Gerais. Localizado na Rua Laranjal, 154, em uma das regiões mais tradicionais da capital, o espaço propõe a convivência de múltiplas linguagens e processos criativos. A galeria, que busca se firmar como ambiente aberto a públicos diversos e contribuir para o fortalecimento do fazer artístico ao propor diálogos entre territórios e reunir trajetórias distintas, abre sua programação com a exposição coletiva Um enxergar plural: olhares singulares, sob curadoria de Isadora Bahia A exposição reúne seis artistas e um coletivo, todos com trajetórias marcadas por diferentes paisagens e experiências dentro de Minas Gerais. A multiplicidade de origens — das cidades históricas às zonas rurais, passando pela capital — revela um recorte rico sobre a diversidade da arte contemporânea mineira. Já está no ar o Audiobook da Rota Turística Jaguara! Disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência, da Empresa Mineira de Comunicação, do Governo de Minas Acesse agora!
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Um sonhador imortal: Márcio Borges na Academia Mineira de Letras ENTREVISTA EXCLUSIVA Cristiano Quintino lança livro que revela as origens do Clube da Esquina CINEMA NACIONAL “Nada”, o primeiro longa de Adriano Guimarães, protagonizado por Bel Kowarick e pela mineira Denise Stutz ESPECIAL Clube da Esquina pode virar Patrimônio Imaterial com apoio conjunto de IEPHA e IPHAN
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Turismo Cultura e Artes de Minas Inclusão e aceitação são temas do novo livro de Karla Carvalho, com ilustrações de Catarina Rangel Stutz “Coisas incríveis acontecem na cabeça de Tim” é o novo livro da psicopedagoga Karla Carvalho, publicado pela Ases da Literatura. A obra trata do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e destaca que cada criança tem características únicas. A história apresenta Tim, uma criança com TDAH, suas dificuldades com atenção, hiperatividade e impulsividade, além de suas capacidades criativas. O texto explora estratégias e ferramentas para apoiar seu desenvolvimento e reforça a importância do trabalho conjunto entre família, escola e profissionais especializados. O livro promove reflexões sobre inclusão e aceitação e revela que o TDAH é parte da criança e que seu potencial pode ser desenvolvido com apoio adequado. As ilustrações são de Catarina Rangel Stutz, em sua segunda parceria com a autora do texto. Karla e Catarina já fizeram juntas outro livro, “Emoções dentro de mim: A raiva”, que ensina a criança a lidar com esse sentimento tão frustrante e ameaçador. Karla também é autora de “Casulos”, com ilustrações de Lia Rangel, e “A menina e sua nuvem de pensamentos”, ilustrado por Juliana Rangel. LANÇAMENTO! COISAS INCRÍVEIS ACONTECEM NA CABEÇA DE TIM pode ser encomendado Aqui
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Minas e o resgate do trem da história Fotos: Ane Souz_2024 Em Minas, trem é música, poesia e saudade. No imaginário do mineiro, trem é tudo. Por isso é tão importante preservar nossas antigas estações, monumentos sobreviventes da rede ferroviária, lugares carregados de histórias dos tempos em que os trilhos levavam alegria e prosperidade às vilas e pequenas localidades. Atenta à importância dessa tradição, a Holofote Cultural, de Itabirito, criou e agora conduz os projetos de restauração de duas estações ferroviárias valiosas. A primeira, em Engenheiro Corrêa, distrito de Ouro Preto, com patrocínio da J. Mendes e Herculano, e a segunda, no município de Moeda, com patrocínio MRS Logística. Moeda: Um Chalé de Recordações Inaugurada em 1919, a Estação de Moeda traduz em linhas e formas o espírito de sua época. Com sua arquitetura que evoca os chalés europeus e pinceladas neoclássicas, é mais que uma edificação: é uma testemunha de um passado que se faz presente. Tombada como patrimônio cultural, sua plataforma isolada, jardins e chafariz são guardiões de histórias que pulsaram em sua paisagem urbana. A restauração da estação de Moeda é um gesto que vai além da preservação. É um ato de fé na memória coletiva, um reconhecimento de que a cultura de um povo está presente nas estruturas que ergueu e nas histórias guardadas entre paredes. Para Gilson Fernandes Antunes Martins, diretor executivo da Holofote, "a preservação de edificações centenárias valoriza a história e a memória afetiva das comunidades. Esses símbolos não são apenas vestígios físicos do passado, mas representações de identidade cultural." Assinatura da ordem de serviço para início das obras de restauro da Estação Ferroviaria de Moeda, MG Engenheiro Corrêa, memórias no Jardim da História Assinatura da ordem de serviço para início das obras de restauro da Estação Ferroviaria de Engenheiro Corrêa, MG Construída em 1896, a Estação de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto, era chamada de Estação Sardinha, mas ganhou o nome atual em homenagem ao engenheiro Manoel Francisco Corrêa Júnior, que teve um destino triste perto dali. Ele morreu em um desastre no km 514 da ferrovia que trabalhava. Esta estação não era apenas um ponto de passagem, mas um espaço de encontros e vivências. Com um pequeno jardim, uma fonte e bancos, era frequentada por moradores locais de Amarante, Casa Branca e Bação, sendo cenário de amizades, romances e da intensa movimentação ferroviária de passageiros e cargas. Com a restauração em andamento, o projeto visa não apenas recuperar sua estrutura física, mas também resgatar seu papel histórico e cultural. A contrapartida social é o programa "Estação de Memória", que receberá semanalmente professores e alunos para vivências educativas no local, promovendo a valorização da história ferroviária mineira. Caminho de Ferro Hoje, sobre os trilhos que cortam Minas, a Maria Fumaça já não canta mais. Mas o eco distante de seu apito atravessou o tempo e ainda nos faz lembrar de um passado que não pode ser esquecido. Esses projetos, além de preservar o patrimônio ferroviário mineiro, convidam as novas gerações a se reconectarem com as histórias que nos definem. Cada tijolo restaurado e cada detalhe resgatado devolvem vida a espaços que foram palco de encontros, despedidas e mudanças. Hoje, ao visitarmos as estações silenciosas, ainda sentimos o convite para embarcar no trem da história, carregado de sentimentos que fizeram de Minas o que ela é. O famoso trenzinho ilustrado por Milton Nascimento
- Rota Turística Jaguara, o livro | Revista Mundaréu
Rota Jaguara, o livro Escritor e fotógrafa realizam a expedição “Caminhando pela Rota Jaguara” para registrar os encantos do roteiro em Minas Uma maneira eficaz de divulgar um destino turístico é através da literatura. Com esse objetivo, a Ferro Puro Mineração patrocina o livro Caminhando pela Rota Jaguara, com gestão da Holofote Cultural. O escritor Victor Stutz percorrerá a rota a partir da próxima segunda-feira (11) para conversar com os moradores e conhecer suas histórias. “É uma região belíssima, muito rica em cultura. Nessa expedição, vamos registrar os cenários naturais, as opções de lazer e a incrível diversidade da gastronomia local. Tudo que a região oferece será revelado, depois, no livro, que contará ainda com imagens capturadas pela fotógrafa Ane Souz”, explica Victor. A Rota Jaguara é um caminho turístico que cruza os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Barão de Cocais e Santa Bárbara, e engloba as comunidades de Acuruí, Água Limpa, Palmital, Maracujá, Conceição do Rio Acima e Galego. Com seus atrativos naturais e culturais, a rota dispõe de diversos meios de hospedagem, alimentação, artesanato e produtos locais preparados para encantar turistas que apreciam desfrutar de trilhas, cachoeiras e experiências culinárias, vivências diversas em um ambiente único, emoldurado pelas serras de Capanema e do Gandarela. Paisagem Rota Jaguara - Foto de Bruno Queiroz O coordenador do projeto, Gilson Antunes, conta que o livro, com textos e fotos sobre as vivências de um viajante pela Rota Turística Jaguara, vai apresentar um percurso que começa na comunidade de Maracujá, em Ouro Preto. O trajeto passa pelo distrito de Acuruí, em Itabirito, segue para Palmital, em Rio Acima, atravessa o Parque Nacional da Serra do Gandarela, passando pelas comunidades rurais do Vale do Rio Conceição, em Santa Bárbara, até Barão de Cocais e o Santuário do Caraça. “Nos relatos, teremos causos populares, personagens típicos das localidades, fatos históricos e registros do patrimônio histórico, cultural e paisagístico. O livro permitirá ainda que o leitor se torne um ‘tripulante’ desse percurso, explorando uma das rotas turísticas mais belas de Minas Gerais, ainda desconhecida por grande parte da população, inclusive por muitos que moram perto daquela região”, explica o coordenador. A Rota Turística Jaguara é um projeto criado pelo Grupo Avante, que busca o desenvolvimento econômico e social das comunidades da região de Minas Gerais por meio do turismo de experiências. Com foco na sustentabilidade e na base comunitária, o projeto visa fortalecer a cadeia produtiva local e promover a diversificação econômica. O livro Caminhando pela Rota Jaguara conta com o patrocínio da Ferro Puro Mineração, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com gestão da Holofote Cultural e realização do Ministério da Cultura, Governo Federal - União e Reconstrução. Storytelling No turismo, quando a experiência é o produto, contar uma história envolvente pode ser o diferencial que transforma um destino de “interessante” para “único”. “O storytelling é mais do que um mero truque de marketing, é uma forma de conectar-se emocionalmente com o público. Ele permite que as marcas e destinos mostrem sua personalidade, seus valores e o que os torna únicos. No contexto do turismo, isso pode ser particularmente eficaz. Afinal, viajar é uma experiência profundamente pessoal e emocional. Queremos mais do que belas vistas, queremos sentir, aprender e crescer”, explica Thiago Akira, especialista em Marketing Digital no Turismo. Existem dezenas de lugares turísticos que contribuem para a produção de grandes obras literárias, que se tornam uma divulgação para que outras pessoas também tenham interesse em visitar o cenário da história. No Brasil, temos Jorge Amado, por exemplo, associando muitas de suas narrativas à Bahia de Todos os Santos. Clarice Lispector é uma das autoras que fez do Rio de Janeiro palco para grandes histórias. Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, faz do norte de Minas Gerais um cenário marcado por veredas, chapadas, rios e serras, que podem ser percorridos nos parques nacionais do interior do estado. Internacionalmente, Londres aparece nas histórias do detetive Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle, bem como em obras de Shakespeare, George Orwell e até Dan Brown. A Ferro Puro Mineração e o Grupo Avante A Ferro Puro Mineração está localizada em Acuruí (MG) e é uma das empresas que integram o Grupo Avante, que possui seis anos de história e é composto também pelas empresas GSM Mineração, CDB Logística e CDA Logística. Juntas, atuam para a produção de três produtos essenciais para a vida das pessoas: os minérios Sinter Feed, Hematitinha e granulado. O processamento do minério de ferro é feito sem explosivos e a seco, por isso, não há formação de barragens. A atuação do Grupo está baseada em quatro pilares de sustentação: Pessoas, Segurança, Meio Ambiente e Comunidade. Todos são vividos, diariamente, por meio da execução de iniciativas próprias que visam contribuir com o desenvolvimento territorial, a capacitação de organizações sociais, a sensibilização e educação ambiental, a realização de doações e apoios locais, e o patrocínio a projetos incentivados nas áreas da Cultura e Esporte nas áreas de atuação do Grupo Avante. Em 2023, para consolidar sua atuação responsável, o Grupo criou o Programa Avante de Sustentabilidade – PAS, com o objetivo de contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Conheça mais em: @ferropuromineracao @gsmmineracao https://www.grupoavante.com.br/
- Rota Turística Jaguara, o livro | Revista Mundaréu
Histórias, Memórias e Mistérios: Livro sobre a Rota Turística Jaguara Patrocinado pela Ferro Puro Mineração, sob os auspícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o livro “Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara”, com textos de Victor Stutz e fotos de Ane Souz, será lançado em junho, na 5ª edição do FESTUR, o Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto. Com coordenação geral de Gilson Fernandes Antunes Martins, a edição bilíngue, que será publicada pela Editora Tuya em parceria com a Holofote Cultural, conta com a produção executiva de José Carlos Oliveira e a coordenação de produção de Ubiraney Silva. Lançamento: Junho de 2025 Confira aqui os destaques sobre o livro "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara" na imprensa. Esta página, em constante atualização, expressa nossos agradecimentos a todos que têm apoiado o projeto. CLIQUE NAS IMAGENS PARA ACESSAR O MATERIAL DIVULGADO Itatiaia Ouro Preto (Por Antônia Velos o) Jornal Fluxo Agito Mais Sou Notícia O Liberal Inconfidentes Jornal O Espeto Radar Geral Instagram O Liberal Inconfidentes Instagram Correio de Minas Real FM Jornal Geraes Mundo dos Inconfidentes Holofote Cultural Correio de Minas Instagram
- Rota Turística Jaguara, o livro | Revista Mundaréu
Livro "Caminhando pela Rota Jaguara" Textos de Victor Stutz Fotos de Ane Souz Coordenação editorial: Gilson Antunes Patrocínio: Ferro Puro Mineração Lei Federal de Incentivo à Cultura PRONAC: 221082 Lançamento: JUNHO/2025 Fevereiro de 2025 A Revista Mundaréu seguiu a expedição nas visitas às comunidades de Galego e Conceição do Rio Acima, em Santa Bárbara. Novembro de 2024 Viajamos pelas serras do Gandarela, Capanema e Jaguara, cruzamos os municípios de Itabirito, Rio Acima e Ouro Preto e passamos pelas comunidades de Maracujá, Acuruí, em Itabirito, e Palmital, em Rio Acima . Em Galego, com Dona Geralda Carvalho de Pádua Nair Carvalho, pães, bolos, doces e conservas de Acuruí Ivan, Jeane e Henrique, da Pousada Lunar, em Galego Bar da Nica, em Conceição do Rio Acima Com o Sr. Valdomiro, Mercearia do Ratinho, Maracujá Prosa com Ubiratã, no Palmital Com Vitor, das Cavalgadas, e Saulo, no Palmital Rodrigo De Angelis, Projeto Caboclo D'Água, Represa Rio de Pedras, Acuruí Dona Teca, de Acuruí Normando, Cervejaria Uaimií Com Fernanda e seu pai, Sr. Joaquim, o encantador de búfalos Recanto dos Búfalos, Acuruí Cristina, Restaurante Pôr do Sol, Rio Acima Dona Ana Mônica, Restaurante Catana da Serra, e Saulo, Mirante do Espinhaço Com Daniela e Tia Lúcia, Aconchego de Tia Lúcia, de massas especiais Sirley Pena, Mercearia Acuruí Raul Damásio e Edilson (Vila Moura Olival), na reunião com João Paulo (Arjor) e comunidades da região Eduardo e Eliane, Recanto do Eduardo, Rio Acima Klaus Athayde, Serra de Capanema Ratinho, Klaus e Gustavo Athayde, da Serra de Capanema, e Mõnica, da Catana da Serra Adair, Eliane e Rintintim Cantina Mãos Dadas, no Centro Histórico de Acuruí Guilherme, Empório Tijuco Jefferson e Núbia, Restaurante Taberna (Acuruí) Black, da Pousada do Guerreiro Pousada Mirante do Espinhaço
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Marcelo Xavier, o folião das artes e da inclusão Marcelo Xavier e o Carnaval de Ouro Preto O carnaval de Ouro Preto já foi representado de muitos jeitos, mas poucos conseguiram captar sua essência de forma tão lúdica e poética quanto o artista visual e poeta Marcelo Xavier. Em seu livro Festas - O Folclore do Mestre André , ele moldou, com massinha, personagens dos blocos carnavalescos da cidade histórica mineira. Marcelo foi frequentador assíduo do carnaval ouro-pretano, vinha de longe para participar do BAFO – o tradicional Bloco Bandalheira Folclórica de Ouro Preto – um dos muitos que animam as ladeiras da cidade. Marcelo retratou vários blocos do Carnaval de Ouro Preto em seu Livro "Festas - o folclore de Mestre André". Feitos de massinha, cada bonequinho, com cerca de 3 a 4 centímetros, sintetiza a magia e a diversidade da grande festa ouro-pretana. Marcelo Xavier e o Todo Mundo Cabe no Mundo, o maior bloco inclusivo de todos os tempos Em 2005, Marcelo foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa dos neurônios motores. Apesar das limitações impostas pela condição, sua paixão pela folia permaneceu inabalável. Em 2011, ele idealizou e fundou o bloco Todo Mundo Cabe no Mundo , em Belo Horizonte, o maior bloco inclusivo já criado. Com a bandeira do preconceito zero, a agremiação é aberta a todos, especialmente a pessoas com deficiência e dificuldades motoras, reforçando a ideia de que o carnaval é um espaço democrático, gratuito e acessível. Em suas palavras: "Nossa ideia de carnaval sempre foi a de afirmação da festa como manifestação folclórica – a maior do país – ou seja, popular, democrática, gratuita e aberta ao livre espaço da rua em que todos os cidadãos se sintam convidados a participar. Parece-nos viver a realização de um sonho. Festa popular sem inclusão absoluta é um contrassenso. Conhecemos bem o grande inimigo do ideal de inclusão social: o preconceito. Mas sabemos da força de armas como a arte, o folclore, a alegria e o compartilhamento no combate a esse inimigo. Nosso carnaval tem essas armas, e é com elas que botamos nosso bloco na rua: Todo Mundo Cabe no Mundo – pela paz, pela diversidade e pela liberdade ." Bloco Todo Mundo Cabe no Mundo, criado por Marcelo Xavier - Desde 2011, arrasta multidões no Carnaval da Capital






