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  • Ouro Preto | Revista Mundaréu

    Ouro Preto promove reflexões atualizadas no Seminário “O Futuro do Passado" Revista Mundaréu, 17 fevereiro 2025 Ouro Preto se prepara para um importante debate sobre seu futuro. Nos dias 19 e 20 de fevereiro, a cidade sediará o Seminário "O Futuro do Passado", um evento que promete inaugurar um novo ciclo de gestão e planejamento para a preservação da Cidade Patrimônio Nacional e Mundial. O encontro acontecerá no anexo do Museu da Inconfidência e contará com a presença de especialistas renomados, instituições e profissionais de diversas áreas. O principal objetivo do seminário é promover um amplo diálogo entre os diferentes agentes envolvidos na gestão patrimonial, integrar perspectivas e consolidar conceitos fundamentais para a preservação. Também se pretende definir atribuições específicas de cada entidade, o que garante maior eficiência na condução das ações voltadas para a proteção do patrimônio material e imaterial da cidade. A programação inclui mesas de discussão que abordarão os desafios e soluções para a gestão do patrimônio histórico de Ouro Preto, além de questões ambientais e urbanísticas. O evento reunirá pesquisadores, agentes públicos e representantes de entidades culturais, que compartilharão experiências e contribuirão para o desenvolvimento de estratégias voltadas à sustentabilidade e inovação na cidade. Com sua história e arquitetura únicas, Ouro Preto enfrenta constantes desafios para equilibrar preservação e desenvolvimento. O seminário surge como um espaço essencial para a construção de um futuro que respeita e valoriza o passado, promovendo o diálogo entre os diversos setores e fortalecendo a identidade cultural da cidade. Ao reunir especialistas e instituições de referência, "O Futuro do Passado" se apresenta como um marco na trajetória de Ouro Preto. A iniciativa reafirma o compromisso com a salvaguarda do patrimônio, consolidando políticas públicas e estratégias que garantirão a continuidade desse legado para as futuras gerações. Confira a programação: https://www.ouropreto.mg.gov.br/noticia/4582 LEIA TAMBÉM Grupo Corpo 50 Anos

  • Ouro Preto | Revista Mundaréu

    Passeio no Alto das Cabeças Mapa ilustrado por Catarina Rangel Clique na imagem para ampliar e passear Mesmo enquanto a reabertura da Igreja do Bom Jesus não acontece, ainda há muito para se ver no Alto das Cabeças, a antigo caminho de entrada de Vila Rica. Os moradores costumam contar que o nome do bairro, "Cabeças", teria sido inspirado em algumas histórias que sugerem que existiu, ali, uma forca para executar os criminosos e intimidar os visitantes mal-intencionados. Hoje, o acesso mais frequente ao bairro é pela Rua Alvarenga, referência ao nome do poeta inconfidente Inácio José Alvarenga Peixoto, antigo morador da região. O trajeto começa na Ponte do Rosário, feita de pedra em arco romano, um monumento citado nos versos de “Marília de Dirceu”, de Tomás António Gonzaga, outro poeta inconfidente. No caminho, à direita, avista-se o casarão erguido por Henrique Dumont, pai de Alberto Santos Dumont. A mãe do inventor, Dona F rancisca de Paula Santos, era de tradicional família ouro-pretana. Pouco acima do imponente sobrado fica a pequena Capela do Bom Jesus da Pedra Fria, parada obrigatória dos fiéis durante o jubileu do Bom Jesus das Cabeças, em setembro. Mais à frente, sempre à direita, uma agradável área de lazer com cerca de 8 mil metros, uma praça arborizada, com anfiteatro, parquinho e um mirante de onde se tem uma belíssima vista para várias igrejas históricas e, também, para o Pico do Itacolomi, que guiou os bandeirantes nas trilhas do ouro. Pouco acima da Praça das Cabeças, um charmoso chafariz e, no final da subida, alcança-se uma antiga cruz de cantaria. Depois do cruzeiro de pedra, um conjunto de residências geminadas, e assim chegamos à Igreja do Bom Jesus de Matosinhos e São Miguel e Almas. Bem ao lado do templo, fica o Colégio Arquidiocesano, uma grandiosa construção neocolonial da década de 1930. Dali pra frente, a Rua Alvarenga segue plana até uma grande coluna de pedra sobre um pedestal protegido por lajes, o "Chafariz da Coluna". Pouco adiante, fica o casarão onde morou o romancista e poeta Bernardo Guimarães, e é no sobrado do ilustre escritor, autor de “A Escrava Isaura”, que o nosso passeio chega ao fim.

  • Revista Mundaréu

    Mostra de Arte Cusquenha na Semana Santa de Ouro Preto CASA TORTA Arte Cusquenha encontra o Barroco Mineiro na Semana Santa de Ouro Preto Revista Mundaréu, 17 de abril de 2025 Texto e e fotos de Nino Stutz Neste ano, a programação da Semana Santa de Ouro Preto ganha um reforço cultural bastante atraente: uma Mostra de Arte Cusquenha, organizada pelos restauradores Eva Zaldivar e Aldo Araújo. A exposição promove o encontro de dois universos artísticos que dialogam profundamente por meio da fé, da exuberância estética e do enraizamento cultural. A presença da arte cusquenha em meio à grande celebração barroca provoca um elo simbólico entre dois mundos geograficamente distantes, mas intimamente unidos pela devoção visual. O resultado é uma experiência que desperta no público uma sensação de reconhecimento, surpresa e encantamento. O barroco mineiro — fruto da síntese entre o sagrado europeu e a criatividade mestiça dos artistas locais — encontra, na arte cusquenha, um reflexo andino dessa mesma fusão. São obras marcadas por douramentos intensos, figuras sacras expressivas e um simbolismo que transborda emoção e religiosidade. Essa mistura, especialmente em Ouro Preto — um dos maiores palcos do barroco brasileiro —, convida a uma nova leitura da fé pelas imagens, revelando os laços invisíveis que cruzam a América do Sul em sua pluralidade artística e espiritual. Para o presidente do Instituto Boulieu, Zaqueu Astoni, a mostra “vem abrilhantar a programação da Semana Santa, esse momento tão especial, tão bonito da cultura de Ouro Preto que é visto e admirado pelo mundo inteiro, um período de turismo religioso que encanta a todos, e a exposição traz mais uma opção de lazer cultural e espiritual para moradores e visitantes que aqui aportam”. “Temos várias obras referentes à vida, paixão e morte de Jesus Cristo, sobretudo, como estamos na Semana Santa, os martírios, a crucificação e a imagem da Pietá, que é uma iconografia muito popular”, explica Eva Zaldivar, curadora da mostra e fundadora do espaço de arte Casa Torta. Nascida no Paraguai e radicada em Ouro Preto há mais de 15 anos — onde recebeu o título de Cidadã Honorária pelo seu trabalho na preservação do patrimônio histórico —, Eva reforça: “Estamos fazendo isso de forma ilustrativa. Não se trata de uma exposição de vendas, mas sim de uma mostra dedicada às expressões artísticas latino-americanas”. Artista plástica com trajetória própria, Eva desenvolveu técnicas originais em tapeçaria e vestuário, e transformou a Casa Torta em um espaço que acolhe obras de diferentes gerações criativas — de nomes consagrados como Yara Tupynambá e seus contemporâneos, a jovens talentos formados pelo Instituto que leva o nome da ilustre artista mineira. Para quem deseja visitar a Mostra de Arte Cusquenha, encontrar o local é fácil: basta seguir o percurso dos tapetes devocionais por onde passará a Procissão do Domingo de Páscoa. No trajeto, a Casa Torta se destaca na Rua Getúlio Vargas, 133, no bairro Rosário. Sua fachada inclinada, como o próprio nome sugere, chama a atenção de quem passa, e convida os visitantes a decifrar sua arquitetura peculiar. Uma curiosidade: os moradores do bairro também conhecem a Casa Torta por ter abrigado uma figura ilustre e excêntrica da cidade, Adriana Silva de Andrade Sousa. Ela, vestida com trajes de época, costumava circular pelas ruas encarnando “Marília”, a musa das liras do poeta inconfidente Tomás Antônio Gonzaga, que escrevia sob o pseudônimo de Dirceu. Luiz Pêgo é um dos artistas que tem seu trabalho envolvido nas ações coletivas da Casa Torta Casa Torta Ateliê de Restauro: Na foto, as restauradoras Luana Rodrigue e Juliana Rocha trabalham na remoção de uma repintura na escultura de Nossa Senhora do Sagrado Coração de Maria, para o Vila Galé Collection (Unidade Ouro Preto) Mostra de Arte Cusquenha Casa Torta Rua Getúlio Vargas, 133, Bairro Rosário – Ouro Preto (MG) Período: Durante toda a Semana Santa Horário de visitação: das 9h às 19h Entrada franca Visite @casatorta.ouropreto LEIA TAMBÉM: Vila Galé Ouro Preto recupera vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri

  • Ouro Preto | Revista Mundaréu

    Entenda: Por que Ouro Preto busca integrar a Rede Cidades Criativas da UNESCO Revista Mundaréu, 27 janeiro 2025 Foi anunciado que Ouro Preto vai pleitear um novo reconhecimento mundial e reivindicará sua inclusão na Rede Cidades Criativas da UNESCO . O evento oficial de lançamento da proposta será na quinta-feira, dia 30 de janeiro, às 18 horas, no Teatro Casa da Ópera de Ouro Preto. Mas por que Ouro Preto, que já fez história ao se tornar a primeira cidade brasileira reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1980, busca agora mais um título internacional? Criada em 2004, a Rede Global reúne somente os municípios que mais se destacam em uma das sete áreas criativas específicas: artesanato e artes populares, design, cinema, gastronomia, literatura, artes midiáticas e música. Ser uma Cidade Criativa da UNESCO representa obter um reconhecimento valioso do potencial da cultura e da inovação como pilares para o desenvolvimento local. É uma oportunidade de impulsionar a economia criativa, fortalecer suas tradições, promover a sustentabilidade, compartilhar boas práticas com outras cidades e colaborar com projetos internacionais. A candidatura de Ouro Preto será no campo das Artes Populares e Artesanato e, no lançamento oficial na Casa da Ópera, a Prefeitura realizará também a assinatura do projeto de lei que institui o Plano Municipal de Economia Criativa , com foco na valorização da cultura, do artesanato e da criatividade. A REDE Atualmente, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO envolve 350 cidades em mais de 100 países. No Brasil, essas cidades foram selecionadas por integrarem a criatividade em suas estratégias de desenvolvimento sustentável, promovendo inclusão e diversidade. São elas: Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Florianópolis (SC) e Paraty (RJ), na área da Gastronomia; Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE), em Design; Salvador (BA) e Recife (PE), na Música; Penedo (AL) e Santos (SP), no Cinema; João Pessoa (PB), em Artesanato e Artes Populares; Campina Grande (PB), em Artes Midiáticas; e Rio de Janeiro (RJ), na Literatura. VÍDEO INSTITUCIONAL OURO PRETO CIDADE CRIATIVA Visualize melhor em TELA CHEIA LEIA TAMBÉM Com patrocínio da Ferro Puro Mineração , roteiro turístico em Minas vai virar livro Rota Jaguara

  • Revista Mundaréu

    Santa Rita de Ouro Preto celebra sua padroeira no dia 22 de maio Com fé e tradição, Santa Rita de Ouro Preto celebra sua padroeira no dia 22 de maio Revista Mundaréu, 17 de maio de 2025 Procissão, missa, artesanato, música e a boa comida mineira fazem parte dos festejos O distrito de Santa Rita de Ouro Preto se prepara para mais uma edição da tradicional festa em homenagem à padroeira, Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis, celebrada no dia 22 de maio. A programação começa com a missa solene na Matriz que leva seu nome, erguida em 1964 no lugar da antiga capela do século XVIII. Diante do templo, uma escultura em pedra-sabão da própria santa (foto) recebe moradores e visitantes que vêm de longe para acompanhar procissões, cânticos e ritos de fé que marcam a identidade local há séculos. Durante os festejos, é possível degustar pratos típicos da culinária mineira, visitar barracas de artesanato e se encantar com as famosas peças em pedra-sabão — tradição herdada do período colonial e ainda hoje essencial para a economia da região. Uma programação cultural, com shows e apresentações musicais em diferentes estilos populares, completa o clima de confraternização, reunindo famílias, amigos e turistas em torno da fé e da cultura. Santa Rita de Ouro Preto é um distrito que nasceu com a mineração, mas que, ao longo do tempo, encontrou novas formas de se reinventar. Hoje, fé, arte e turismo se entrelaçam, fazendo da pequena localidade um destino acolhedor para quem busca experiências autênticas e contato com a essência mineira. As peças em pedra-sabão, de esculturas sacras a utilitários decorativos, são moldadas com técnica e tradição por artesãos que herdaram os saberes dos antepassados. A extração e o trabalho com o mineral seguem como fonte de renda e expressão cultural para a comunidade, que resiste com criatividade e hospitalidade. Mais do que uma celebração religiosa, a festa de Santa Rita é um testemunho vivo da força de um povo que mantém acesa a chama da memória, da fé e da beleza esculpida nas pedras das montanhas. Com patrocínio da iniciativa privada e suporte governamental, obras na Estação de Engenheiro Corrêa avançam

  • Revista Mundaréu

    Exposições na Casa Torta e no Palácio d’Ouro Exposições na Casa Torta e no Palácio d’Ouro evidenciam Ouro Preto também no campo das artes contemporâneas Revista Mundaréu, 21 de maio de 2025 Ouro Preto reafirma sua importância cultural e artística com duas exposições individuais que destacam trajetórias e estilos singulares de artistas contemporâneos mineiros. No Espaço Cultural Casa Torta, Fernando Pacheco apresenta a mostra “Alguma P-arte de Mim”, reunindo mais de 50 anos de produção em obras que convidam à reflexão poética e visual. Paralelamente, o Palácio d’Ouro recebe a exposição de Luiz Pêgo, cuja obra ressignifica ícones da história da arte com uma identidade mineira e contemporânea. A Casa Torta e o Palácio d’Ouro são espaços que se destacam como polos culturais dinâmicos e acolhedores. Localizados no centro histórico, ambos promovem o diálogo entre o passado e o presente das artes visuais Fernando Pacheco: “Alguma P-arte de Mim” na Casa Torta Mostra individual será inaugurada em 26 de maio, para convidados O Espaço Cultural Casa Torta, localizado na Rua Getúlio Vargas, 133, bairro Rosário, em Ouro Preto, apresenta a exposição individual “Alguma P-arte de Mim”, do renomado artista plástico e pintor Fernando Pacheco. A abertura para convidados acontece no dia 26 de maio, e a mostra ficará aberta ao público de 27 de maio a 27 de junho. A curadoria é assinada pelo artista plástico e empresário David Faria, diretor executivo do Atelier Fernando Pacheco, em parceria com a museóloga Anna Maria Toledo. A exposição reúne pinturas em tela e papel, além de objetos conceituais, como garrafas da série “Mensagem”, que abordam a comunicação na era digital. Segundo Fernando Pacheco, a série inspira-se nas antigas mensagens em garrafas lançadas ao mar, enquanto as pinturas em ovos de avestruz simbolizam o ciclo da vida, o nascer e o morrer. Com mais de 50 anos de carreira, o artista apresenta um recorte intimista de sua vasta produção, convidando o público a dialogar com sua fantasia. David Faria destaca a importância de levar a obra de Fernando Pacheco a Ouro Preto, reconhecida como um dos principais polos culturais do país. “É uma honra representar um artista de grande projeção nacional e internacional e apresentar sua arte neste cenário tão especial”, afirma. Para a curadora Anna Maria Toledo, a exposição revela a sensibilidade, o domínio técnico e a reflexão do artista sobre memória, território e crítica social. “A ‘P-Arte’ atravessa o cotidiano e nos convida a uma reconexão com nossa criança interior, proporcionando uma experiência estética profunda e reflexiva”, destaca. Sobre o artista Fernando Pacheco possui uma carreira de mais de 60 anos, com exposições nos principais museus do Brasil e do mundo, coleções em instituições renomadas e um documentário lançado em 2023 que celebra sua trajetória artística. Serviço Exposição: “Alguma P-arte de Mim”, de Fernando Pcheco Período da exposição: 27 de maio a 27 de junho Local: Espaço Cultural Casa Torta – Rua Getúlio Vargas, 133, Rosário, Ouro Preto (MG) Visitação: Horário de funcionamento da Casa Torta Palácio d’Ouro recebe Luiz Pêgo, artista que reinventa os clássicos da arte O Palácio d’Ouro, espaço cultural situado na Rua Conselheiro Quintiliano, 627, no bairro Lajes, em Ouro Preto, reaberto em 2022 após quase 15 anos fechado, consolida-se como importante referência na cena artística local. Criado pelo antiquário Edson Toledo, o Palácio é dedicado à preservação da história da cidade e à divulgação da cultura e das artes, oferecendo também visitas guiadas aos luxuosos ambientes que preservam características originais do Ciclo do Ouro. Neste cenário, o público poderá conferir a exposição de Luiz Pêgo, artista autodidata natural de Belo Horizonte que construiu sua trajetória entre a estamparia, o desenho arquitetônico e a publicidade, sempre com a arte como fio condutor. Enraizado em sua terra, Pêgo transita livremente pelo universo das imagens, criando obras que reimaginam o mundo a partir da experiência e da observação. A mostra traz releituras poéticas e reverentes de ícones da história da arte, como Frida Kahlo, Picasso, Van Gogh e Leonardo da Vinci, vistos por uma lente contemporânea e mineira. Entre as obras, destaca-se a “Santa Ceia Mineira”, em que a tradicional mesa de Cristo e seus apóstolos ganha elementos locais — torresmo, queijo, cachaça, uma cabaça e o majestoso Pico do Itacolomi, símbolo dos bandeirantes durante o Ciclo do Ouro. Sobre o artista A produção de Luiz Pêgo mistura homenagem e subversão, unindo domínio técnico à liberdade criativa, sempre com um traço profundamente brasileiro — marcado pelo afeto, pela ironia e pela identidade cultural. Além de artista visual, Pêgo é professor e fundador, ao lado de Mateo Borzani, do Espaço Frida Kahlo, em Belo Horizonte. Em 2016, levou sua arte a Amsterdã, representando a diversidade da criação mineira no cenário internacional. Serviço Exposição: Luiz Pêgo – Releituras poéticas da arte clássica Local: Palácio d’Ouro Endereço: Rua Conselheiro Quintiliano, 627, bairro Lajes – Ouro Preto (MG) Visitação: Horário de funcionamento do Palácio d’Ouro Horto dos Contos, parque urbano de Ouro Preto com novo horário

  • Ouro Preto | Revista Mundaréu

    Wirley Reis é o novo presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto Fotos: Arquivos Redes O administrador Wirley Rodrigues Reis foi designado nesta sexta-feira, 25 de janeiro, o novo presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP). Ele ocupa o posto no lugar de Luiz Henrique Câmara Trindade, que deixa o cargo a pedido. Mais conhecido como Têko, Wirley é ex-prefeito de Itapecerica, MG, e exerceu, por dois mandatos, a presidência da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais. Foi ainda presidente da Associação do Reinado do Rosário, também por dois mandatos. Têko enfrenta agora o desafio de conduzir uma entidade histórica, criada em 1968 por intelectuais de destaque como Vinicius de Moraes, Domitila do Amaral, Murilo Rubião e Affonso Ávila. Em 1969, a FAOP passou a integrar a Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade, fundada pelos artistas Nello Nuno e Annamélia Lopes. Com o restaurador ouro-pretano Jair Afonso Inácio, a FAOP lançou o primeiro curso de formação em conservação e restauro do Brasil. Sobre a nomeação de Têko para a liderança da fundação, Angelo Oswaldo de Araújo Santos, prefeito de Ouro Preto, comentou: "Ele tem ânimo, disposição e ousadia". Wirley Reis, o Têko, novo presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto LEIA TAMBÉM Com patrocínio da Ferro Puro Mineração , roteiro turístico em Minas vai virar livro Rota Jaguara

  • Revista Mundaréu

    Ouro Preto se despede do Papa Francisco Ouro Preto lamenta a partida de Francisco, o Grande Operário da Paz Revista Mundaréu, 21 de abril de 2025 Foto: L'Osservatore Romano,Vaticano Desde a escolha do nome e do conselho recebido do cardeal de São Paulo, o papa argentino mostrou que veio para refundar a fé, atualizar a Igreja Católica e confortar o mundo conflagrado pelos radicalismos totalitaristas. Francisco deixa, assim, uma luz que não se apaga. Depois da bela e comovente Semana Santa de Ouro Preto, a partida do querido Papa Francisco renova em nós a Páscoa, no sentido de que ele não passará e haverá de sempre nos lembrar qual o caminho verdadeiro aberto pelo Senhor. Os sinos de Ouro Preto manifestam o nosso pesar e nos exortam quanto aos valores que Francisco abençoou. Angelo Oswaldo Prefeito de Ouro Preto 21 de Abril: O Dia em Que Choramos Dois Homens que Ensinaram a Liberdade e o Amor.

  • Ouro Preto | Revista Mundaréu

    Festa de São Gonçalo e Cavalhadas Amarantina, Ouro Preto, MG A comunidade de Amarantina, distrito de Ouro Preto localizado a 30 km da sede, realiza em setembro uma tradição centenária em honra ao padroeiro do lugar. Na "Festa de São Gonçalo e Cavalhadas", os participantes encenam a luta entre o exército de Carlos Magno, representado pela cor azul, e o exército do Sultão de Constantinopla, representado pela cor vermelha. A disputa só termina quando a princesa Floripes, filha única do rei mouro, após ser raptada em seu castelo por um soldado cristão, para salvar seu povo da guerra, se converte ao cristianismo e convence seu pai a fazer o mesmo. Organizada pelos festeiros locais e pela "Associação dos Cavaleiros Mestre Nico de São Gonçalo", a festa é considerada patrimônio cultural e imaterial de Ouro Preto desde 2011. Amarantina é um distrito de Ouro Preto, situado às margens do Rio Maracujá. Acredita-se que o povoado tenha surgido em meados do século XVIII e seu território, antigamente, envolvia também a região onde hoje está localizado o distrito de Cachoeira do Campo. Recebeu o nome de Tijuco e, mais tarde, com a chegada de uma imagem sacra trazida de Amarante, Portugal, passou a ser chamado de São Gonçalo do Tijuco, ou São Gonçalo do Amarante. Na década de 1940, o nome foi mudado para Amarantina. A localidade tem como principais atrativos a Igreja Matriz de São Gonçalo e a Casa de Pedra, ou Casa Bandeirista, uma construção que, em razão de seu estilo arquitetônico, é atribuída aos primeiros bandeirantes que chegaram na região. Hoje a casa abriga um Centro de Memória com registros históricos do distrito. Fotos de Ane Souz

  • Revista Mundaréu

    Grupo Herculano e J. Mendes impulsionam obra na Estação de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto Com patrocínio da iniciativa privada e suporte governamental, obras na Estação de Engenheiro Corrêa avançam Revista Mundaréu, 16 de maio de 2025 Mais sobre o lugar O distrito de Engenheiro Corrêa, a 38 km de Ouro Preto, tem sua história marcada pela antiga rede ferroviária. Surgido a partir do povoado de Santo Antônio do Monte, onde ainda resiste a capela homônima entre antigas fazendas e matas preservadas, o local ganhou novo impulso com a inauguração da Estação Sardinha, em 1896. Rebatizada em homenagem ao engenheiro Manuel Francisco Corrêa Júnior, a estação tornou-se o núcleo de desenvolvimento da região, que em 1953 foi elevada a distrito. Mais sobre o projeto O projeto de restauração busca não apenas recuperar o patrimônio arquitetônico da Estação de Engenheiro Corrêa, mas também resgatar o papel histórico e cultural da ferrovia no desenvolvimento do distrito. Como contrapartida social, a proposta é transformar o edifício em um espaço comunitário, voltado à cultura e à educação. Uma das ações previstas é o programa “Estação de Memória”, que receberá semanalmente professores e alunos para vivências educativas no local, promovendo a valorização da história ferroviária mineira e fortalecendo os vínculos da comunidade com seu passado. Com patrocínio master do Grupo Herculano e apoio do Grupo J. Mendes, a restauração da Estação de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto, avança para uma nova fase. O projeto é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com gestão da Holofote Cultural e realização da Prefeitura Municipal de Ouro Preto. Após as etapas iniciais de limpeza e cercamento da área, foi realizado o escoramento da estrutura para garantir a estabilidade das paredes. Em seguida, houve o reforço das fundações. A obra está agora concentrada na instalação do telhado. As telhas estão sendo colocadas sobre a nova estrutura de cobertura, protegendo o edifício e restituindo seu volume. A próxima etapa será a conclusão de dois banheiros acessíveis, preparando o espaço para receber visitantes com estrutura adequada. Acompanhe nesta página os próximos passos da obra. Leia também: Ouro Preto recebe nova edição do "Fado em Cidades Históricas"

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