
Revista Mundaréu Ano II Agosto de 2026
Ouro Preto MG
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Turismo Cultura e Artes de Minas Passeio no Alto das Cabeças Mapa ilustrado por Catarina Rangel Clique na imagem para ampliar e passear Mesmo enquanto a reabertura da Igreja do Bom Jesus não acontece, ainda há muito para se ver no Alto das Cabeças, a antigo caminho de entrada de Vila Rica. Os moradores costumam contar que o nome do bairro, "Cabeças", teria sido inspirado em algumas histórias que sugerem que existiu, ali, uma forca para executar os criminosos e intimidar os visitantes mal-intencionados. Hoje, o acesso mais frequente ao bairro é pela Rua Alvarenga, referência ao nome do poeta inconfidente Inácio José Alvarenga Peixoto, antigo morador da região. O trajeto começa na Ponte do Rosário, feita de pedra em arco romano, um monumento citado nos versos de “Marília de Dirceu”, de Tomás António Gonzaga, outro poeta inconfidente. No caminho, à direita, avista-se o casarão erguido por Henrique Dumont, pai de Alberto Santos Dumont. A mãe do inventor, Dona F rancisca de Paula Santos, era de tradicional família ouro-pretana. Pouco acima do imponente sobrado fica a pequena Capela do Bom Jesus da Pedra Fria, parada obrigatória dos fiéis durante o jubileu do Bom Jesus das Cabeças, em setembro. Mais à frente, sempre à direita, uma agradável área de lazer com cerca de 8 mil metros, uma praça arborizada, com anfiteatro, parquinho e um mirante de onde se tem uma belíssima vista para várias igrejas históricas e, também, para o Pico do Itacolomi, que guiou os bandeirantes nas trilhas do ouro. Pouco acima da Praça das Cabeças, um charmoso chafariz e, no final da subida, alcança-se uma antiga cruz de cantaria. Depois do cruzeiro de pedra, um conjunto de residências geminadas, e assim chegamos à Igreja do Bom Jesus de Matosinhos e São Miguel e Almas. Bem ao lado do templo, fica o Colégio Arquidiocesano, uma grandiosa construção neocolonial da década de 1930. Dali pra frente, a Rua Alvarenga segue plana até uma grande coluna de pedra sobre um pedestal protegido por lajes, o "Chafariz da Coluna". Pouco adiante, fica o casarão onde morou o romancista e poeta Bernardo Guimarães, e é no sobrado do ilustre escritor, autor de “A Escrava Isaura”, que o nosso passeio chega ao fim.
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IV Festival de Piano & Canto da Escola Saramenha de Artes e Ofícios Festival Piano & Canto promove encontros musicais e históricos em Ouro Preto A Escola Saramenha de Artes e Ofícios, fundada e dirigida por Paulo Rogério Lage, tem se destacado pela promoção de festivais e eventos que enfatizam oficinas e residências artísticas, proporcionando oportunidades de aprimoramento técnico tanto para estudantes quanto para profissionais das artes. Entre os dias 1º e 3 de maio, a Saramenha Artes & Ofícios sedia a quarta edição do Festival Piano & Canto. A programação inclui residências artísticas, apresentações musicais, lançamento de documentário e rodas de conversa sobre a cultura nordestina. A pianista Maria Teresa Madeira conduz a residência artística de piano. Dez alunos foram selecionados para as aulas com base em critérios técnicos e repertório. As atividades acontecem de forma intensiva, com foco na formação individual. O festival apresenta ainda o projeto Histórias Nordestinas, criado por Paulo Rogério Lage e Manuel Dantas Suassuna, com participação do pesquisador Valdir Nogueira. Os encontros abordam episódios como Pedra do Reino, Canudos e Cangaço. Na mesma programação, acontece a exibição do documentário Olinda Sacra – Um Olhar Mineiro, com direção de Paulo Rogério. A produção traz imagens de espaços religiosos de Olinda, como o Mosteiro de São Bento e o Convento de São Francisco. Dom Luiz Pedro Soares e Frei Evaldo Xavier Gomes participam do lançamento. O diplomata e músico Antenor Bogéa encerra as atividades com o espetáculo Canções de um Peregrino. Idealizador do festival, Paulo Rogério Lage atua na preservação de saberes tradicionais e dirige a Saramenha Artes & Ofícios. O festival conta com recursos da Lei Rouanet e patrocínio da Supermix Concreto S/A. Todas as atividades são gratuitas, sujeitas à lotação. >>> Visite a página oficial dos Festivais da Escola Saramenha de Artes e Ofícios Rede Multicanal Revista Mundaréu (MG) e Valéria Monteiro (SP) IV Festival Piano & Canto transforma Ouro Preto em palco de cultura, memória e música REVISTA ENCONTRO Festival 'Piano & Canto' reúne talentos em Ouro Preto (MG) Prefeito de Ouro Preto lamenta a partida de Francisco, o Grande Operário da Paz CASA TORTA Eva Zaldivar e Aldo Araújo promovem exposição de Arte Cusquenha na Semana Santa de Ouro Preto Vila Galé Ouro Preto recupera vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri
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Rotas do Ouro e Turismo Sustentável Rota do Ouro e Turismo Sustentável no Alto Rio das Velhas Revista Mundaréu -WWW.MUNDAREU.ART 30 de abril 2025 Fotos: Ane Souz O Esporte Espetacular, da Rede Globo, dedicou dois episódios ao Rio das Velhas e aos territórios do Alto Rio, explorando a relação entre esporte, turismo e preservação ambiental. Exibida nos domingos de 6 e 13 de abril de 2025, a matéria acompanhou, ao longo de cinco dias, uma expedição que seguiu o curso do rio a partir de sua nascente, na Cachoeira das Andorinhas. Idealizada pela produtora Luciana Machado, com apoio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), do Projeto Caboclo D’Água e da Associação Sumo da Terra – Ideias Globais Ações Locais, a iniciativa conectou práticas esportivas como canoagem, stand-up paddle, escalada, ciclismo, highline e triatlon ao reconhecimento dos territórios e comunidades ribeirinhas. Durante a jornada, o programa visitou locais inseridos nas Rotas do Ouro e Turismo Sustentável (ROOTS) e na Rota Jaguara, com passagens por Ouro Preto, São Bartolomeu, Glaura e Acuruí. Também foram registradas atividades na Floresta Estadual do Uaimii, na Serra do Gandarela e na Barragem Rio de Pedras, com destaque para as práticas aquáticas e para a presença de grupos e moradores envolvidos com a preservação do território. O percurso foi encerrado com uma descida de 12 km pelo Rio das Velhas, em caiaque e rafting, reafirmando a importância da bacia hidrográfica como fonte de vida e de relação com o meio natural. Em cada etapa, representantes do CBH Rio das Velhas contribuíram com informações sobre os desafios de conservação da água e do uso sustentável dos recursos naturais. Mais do que registrar esportes ao ar livre, a série lançou um olhar atento sobre o território, suas paisagens e modos de viver, reforçando a ligação entre cultura, ambiente e ação coletiva. >>> Confira os episódios do Esporte Espetacular no Velhas Prefeito de Ouro Preto lamenta a partida de Francisco, o Grande Operário da Paz Vila Galé Ouro Preto recupera vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri
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Cineop 2026 CineOP chega à 21ª edição em Ouro Preto com foco na preservação audiovisual e na formação do olhar Revista Mundaréu, 10 de junho de 2026 O evento se consolida como o único festival brasileiro dedicado à articulação entre preservação, história e educação no campo audiovisual A CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto realiza sua 21ª edição entre 25 e 30 de junho de 2026, em Ouro Preto, com programação gratuita voltada à preservação audiovisual, ao cinema feito por mulheres e à formação do olhar por meio da educação. Com o tema “Um país existe nas imagens que preserva”, a mostra propõe uma reflexão sobre o cinema como lugar de memória e de construção de referências culturais e sociais. A edição reúne exibições de filmes, pré-estreias nacionais, mostras temáticas e competitivas, além de debates, encontros, lançamentos de livros, oficinas e masterclasses. As atividades se distribuem em três espaços da cidade: o Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), sede do evento e do Cine-Teatro Petrobras; a Praça Tiradentes, que recebe sessões ao ar livre e a abertura e o encerramento; e o Cine-Museu, no Anexo do Museu da Inconfidência. Confira a programação no site oficial do evento: www.cineop.com.br .
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Minas e o futuro da mineração Minas lança iniciativa para repensar o futuro da mineração Com inovação e responsabilidade, a meta é criar estratégias coerentes para o uso dos recursos naturais Revista Mundaréu, 2de junho de 2025 Minas Gerais carrega a mineração no nome e na história. Mas o setor, que movimenta economias e transforma territórios, também enfrenta enormes desafios: impactos ambientais, necessidade de maior transparência, uso eficiente dos recursos naturais e adaptação às novas tecnologias. Hoje, entende-se que debater temas como energia limpa, restauração ambiental, automação, rastreabilidade e economia circular é essencial para renovar a forma como extraímos e lidamos com os recursos do subsolo. E é justamente nesse contexto que nasce a KR Mining Ventures, primeira plataforma da América Latina voltada exclusivamente para inovação no setor mineral. O lançamento oficial acontece nos dias 5 e 6 de junho, durante o Minas Summit 2025, maior evento de inovação corporativa de Minas Gerais. A proposta é ambiciosa: transformar o setor mineral por meio da inovação aberta, unindo tecnologia, sustentabilidade e novos modelos de negócio. Um ecossistema para mudar a mineração A KR Mining Ventures é uma iniciativa da FCJ Group e da KR Capital, duas organizações que atuam com empreendedorismo e investimento em inovação. A nova plataforma funciona como uma “aceleradora de ideias”, reunindo startups (empresas inovadoras em estágio inicial), investidores, universidades e especialistas que trabalham em soluções para uma mineração mais eficiente, transparente e conectada com os desafios do século XXI. Além da aceleradora, o projeto inclui: Um fundo de investimento (KR Mining Capital), que apoia financeiramente projetos de impacto; Uma consultoria especializada, que orienta mineradoras a adotarem práticas sustentáveis e digitais em suas operações. Olhando para o amanhã Durante o evento será lançado o Mining Map 2040, um estudo inédito que antecipa os caminhos possíveis da mineração nas próximas décadas. A publicação aborda cenários de risco, oportunidades tecnológicas e tendências globais que devem moldar o setor até 2040. O material será apresentado no palco principal do Minas Summit, com a presença de pesquisadores, representantes de empresas, autoridades e lideranças do setor. Outra novidade será o auditório temático "Futuro da Mineração", com uma série de debates sobre: Políticas públicas e incentivo à inovação mineral; Sustentabilidade e transformação digital; Casos de colaboração entre mineradoras e startups brasileiras. Uma nova referência Com previsão de acelerar até 30 startups com propostas que vão desde a automação e sensores até tecnologias de restauração ambiental e economia circular, a KR Mining Ventures nasce com apoio de universidades, centros de pesquisa e hubs de inovação de todo o país. Segundo os organizadores, a expectativa é posicionar o Brasil como referência internacional em inovação aberta aplicada à mineração, conciliando desenvolvimento econômico, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. Festur 2025 lança audiolivro da Rota Jaguara e anuncia versão bilíngue impressa e digital para o segundo semestre
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Cineop 2025 vem aí CineOP 2025 Ouro Preto sedia mostra brasileira dedicada à preservação audiovisual, com programação gratuita, intensa e diversificada para todos os públicos Victor Stutz, para a Revista Mundaréu – 27 de maio de 2025 De 25 a 30 de junho de 2025, Ouro Preto (MG) – Patrimônio Mundial da Humanidade – será novamente palco de uma das mais importantes celebrações da sétima arte no Brasil. A 20ª edição da CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto reafirma seu lugar de destaque ao unir preservação, história e educação em uma programação gratuita e aberta ao público, com sessões de filmes, debates, oficinas, encontros e diversas atrações culturais. Mais do que uma exibição cinematográfica, o evento evidencia como o cinema, ao se fazer presente, convoca também as demais artes — a música, a dança, a pintura, a escultura, o teatro e a literatura — compondo uma experiência estética e sensível que emociona, provoca e educa. Idealizada e realizada pela Universo Produção, a CineOP é a única mostra do Brasil que trata o cinema como patrimônio. Desde sua criação, promove o diálogo entre três frentes temáticas interdependentes — preservação, história e educação — e se tornou referência nacional e internacional ao fortalecer redes de profissionais e instituições voltadas à salvaguarda audiovisual brasileira. Com o tema “Preservação: A alma do cinema brasileiro”, a mostra de 2025 propõe olhar para o futuro sem esquecer o passado, reforçando a preservação como gesto político, pedagógico e coletivo frente às crises ambientais, à digitalização desenfreada e aos riscos de apagamento da memória cultural. Estrutura inédita e programação intensa marcam a 20ª edição Durante seis dias, a cidade histórica de Ouro Preto se transforma na capital do cinema brasileiro com uma programação plural, gratuita e acessível. Três espaços de exibição vão compor a estrutura do evento: o Cine-Praça, instalado na Praça Tiradentes, com capacidade para 500 pessoas em sessões ao ar livre; o Cine-Teatro, montado no Centro de Convenções, com 510 lugares em ambiente fechado; e o novo Cine-Museu, localizado no anexo do Museu da Inconfidência, com 90 lugares e uma programação especial. A diversidade da programação reforça o compromisso da CineOP com a democratização do acesso ao cinema. Estão previstas exibições de filmes brasileiros em pré-estreias nacionais, além de mostras temáticas e homenagens a personalidades do cinema, da preservação e da educação audiovisual. A agenda inclui ainda o 20º Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais Brasileiros, o XVII Fórum da Rede Kino Latino-Americano de Cinema, Educação e Audiovisual, além de debates, rodas de conversa, oficinas, masterclasses, exposições, lançamentos de livros e cortejos artísticos. A programação cultural será completada com shows, performances e atrações para todos os públicos. Mais de 400 convidados são esperados, incluindo cineastas, pesquisadores, arquivistas, professores, estudantes e representantes de instituições do Brasil e do exterior, consolidando a CineOP como um espaço de intercâmbio e articulação de políticas para o audiovisual brasileiro. Uma homenagem ao humor das mulheres no cinema brasileiro A temática histórica da 20ª CineOP presta homenagem à força e à complexidade do humor feminino no cinema brasileiro. A proposta é analisar criticamente as dinâmicas do riso e do escracho a partir da pergunta “quem ri de quem?”, destacando o olhar feminino como ferramenta de reflexão, crítica social e desconstrução de estereótipos. De Dercy Gonçalves a Tatá Werneck, passando por Regina Casé, Fernanda Torres e Adriana Esteves, a mostra constrói um panorama das atrizes e diretoras que desafiaram as convenções da comédia nacional e ocuparam um espaço historicamente masculino. Também contempla o trabalho de cineastas como Tereza Trautman, Ana Carolina, Anna Muylaert, Julia Rezende e Susana Garcia, além de nomes emergentes como Sabrina Fidalgo, Clara Anastacia e Fernanda Chicolet, que expandem as fronteiras estéticas da comicidade e introduzem novos corpos, experiências e subjetividades no fazer cinematográfico. A homenagem pretende revelar a pluralidade das comicidades presentes na produção feita por mulheres, valorizando tanto o humor popular quanto as experimentações autorais, numa perspectiva que reconhece o riso como gesto político e emancipador. Participação das escolas e processo de inscrição A formação de público e o envolvimento com a educação estão no centro da proposta curatorial da CineOP. Em 2025, o evento reafirma esse compromisso ao organizar sessões específicas para estudantes, como as tradicionais Sessões Cine-Escola, voltadas a mais de 3 mil alunos da rede pública. A programação educativa contempla também oficinas e atividades mediadas sobre linguagem audiovisual, com foco no pensamento crítico e na leitura de mundo a partir das imagens em movimento. Além disso, a Mostrinha de Cinema e a Mostra Valores compõem o núcleo voltado à infância e juventude, com filmes cuidadosamente selecionados para promover valores de respeito, diversidade e convivência. Escolas públicas e privadas interessadas em levar seus alunos às sessões e atividades educativas devem realizar inscrição prévia, gratuita, por meio de formulário disponível no site oficial da CineOP. O processo garante transporte para grupos escolares da região e permite aos educadores o planejamento adequado da participação nas atividades. >>> Escolas/Inscrições Agora aberto todos os dias, Horto dos Contos reforça papel de parque urbano no centro de Ouro Preto
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Tudo é Jazz acontece em agosto CAZUZA E AMY WINEHOUSE SÃO OS HOMENAGEADOS DO FESTIVAL TUDO É JAZZ 2026 Revista Mundaréu, 10 de junho de 2026 Criolo será a atração principal do evento que acontece em agosto, em Ouro Preto A 24ª edição do Festival Tudo é Jazz já tem data marcada para acontecer: em 2026 será realizado em Ouro Preto de 14 a 16 de agosto, com entrada gratuita. O evento vai homenagear neste ano Cazuza e Amy Winehouse, dois grandes ícones da música, com diversos shows que vão relembrar grandes sucessos imortais dos dois ídolos. "Essa é a quarta edição que eu assino a direção criativa e imagética do festival e, em todas elas, procurei sempre trazer um nome de fora e um daqui chamando atenção que isso tudo é jazz! Foi assim primeiro com Elza Soares e Nina Simone, depois com Ray Charles e Pixinguinha, ano passado com Ella Fitzgerald e Dolores Duran, e agora Cazuza e Amy Winehouse. A Amy já é sabidamente ligada ao jazz, para muitos ela era considerada a Billie Holiday moderna, a mãe dela tinha uma banda de jazz... E o Cazuza transitou por muitas áreas, inclusive pelo jazz. Então foi essa a ideia desde o início para trazer os dois, Cazuza e Amy”, explica Ronaldo Fraga. A atração principal será o rapper e cantor paulistano Criolo, um dos maiores nomes da nova música brasileira, transitando entre o rap, o samba e a MPB, com músicas que misturam crítica social e poesia. A curadoria é do pianista, compositor e arranjador Gustavo Figueiredo; direção geral do produtor cultural Rud Carvalho da New View Entretenimento e Comunicação; e direção criativa de Ronaldo Fraga.
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Espaço mARTE - novo ponto de convergência das artes Um enxergar plural: olhares singulares - Espaço mARTE inaugura mostra coletiva em Belo Horizonte Revista Mundaréu, 6 de junho de 2025 Gabriela Rangel , da histórica Ouro Preto, traz em sua obra referências à gravura tradicional, aliadas a narrativas visuais contemporâneas. Formada pela Escola de Belas Artes da UFMG, trabalha com técnicas como cologravura e água-tinta, explorando sobreposições e transparências que tensionam o tempo e a memória. João Diniz , de Juiz de Fora, Zona da Mata mineira, transita entre a arquitetura, a escultura e a poesia. Reconhecido internacionalmente por suas obras públicas e instalações poéticas, apresenta estudos escultóricos desenvolvidos a partir da mostra “Vetor Vivo”, no Museu das Minas e do Metal. Suas criações investigam a relação entre espaço, palavra e forma. Sérgio Marzano , natural de Conselheiro Lafaiete, região Central, atua com materiais do próprio território, cria pigmentos a partir de rejeitos minerais. Nesta exposição ele apresenta uma nova série em carvão sobre tela, resultado de pesquisa sensível sobre tempo geológico, memória e matéria bruta. Eli Rodrigues Pereira , de Queluzito, município do Campo das Vertentes, trocou a engenharia pela arte na maturidade. Aos 76 anos, assina obras com humor, crítica e lirismo, revisitando ícones da arte clássica sob um olhar mineiro e popular. Seus desenhos e colagens — marcados por cores vivas e referências híbridas — são assinados com o nome artístico “fELiZ”. Isabela Montenegro , natural de Belo Horizonte, é fotógrafa com formação em publicidade. Construiu trajetória sólida no campo da moda e desenvolve pesquisa autoral voltada para a memória e a sensibilidade do instante. Sua série Ao infinito na mente de cada um propõe deslocamentos interiores e explora a imagem como passagem entre o visível e o sensível. Orlando Castaño , nascido em Mutum, na região do Rio Doce, é gravurista, pintor e desenhista formado pela Escola Guignard. Viveu por mais de uma década na Alemanha, onde aprofundou sua pesquisa sobre o desenho. Em Belo Horizonte, encontrou sua paisagem de imaginação, representada em telas que mesclam lembrança, emoção e síntese visual. O Coletivo de Bordado , também de Belo Horizonte, é formado por Beatriz Castro, Maria Cecília e Maria Clara. Mulheres de gerações próximas, retomaram o bordado na maturidade como prática de encontro e reconstrução da memória. Inspiradas por mestres impressionistas, reinterpretam obras de Monet, Renoir e Gauguin, levando para o campo têxtil um gesto ancestral e coletivo. O coquetel de abertura para convidados acontece no dia 7 de junho de 2025. A visitação pública começa em 9 de junho, com entrada gratuita de segunda a sexta, das 11h às 19h. SERVIÇO Exposição: Um enxergar plural: olhares singulares Abertura para convidados: 7 de junho de 2025 Visitação pública: A partir de 9 de junho de 2025 Horário: Segunda a sexta, das 11h às 19h Local: Espaço mARTE – Rua Laranjal, 154, Anchieta, Belo Horizonte/MG Entrada gratuita O bairro Anchieta, em Belo Horizonte, abriga o novo ponto de convergência entre arte e território: o Espaço mARTE, que nasce como lugar de encontro, experimentação e circulação da arte em Minas Gerais. Localizado na Rua Laranjal, 154, em uma das regiões mais tradicionais da capital, o espaço propõe a convivência de múltiplas linguagens e processos criativos. A galeria, que busca se firmar como ambiente aberto a públicos diversos e contribuir para o fortalecimento do fazer artístico ao propor diálogos entre territórios e reunir trajetórias distintas, abre sua programação com a exposição coletiva Um enxergar plural: olhares singulares, sob curadoria de Isadora Bahia A exposição reúne seis artistas e um coletivo, todos com trajetórias marcadas por diferentes paisagens e experiências dentro de Minas Gerais. A multiplicidade de origens — das cidades históricas às zonas rurais, passando pela capital — revela um recorte rico sobre a diversidade da arte contemporânea mineira. Já está no ar o Audiobook da Rota Turística Jaguara! Disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência, da Empresa Mineira de Comunicação, do Governo de Minas Acesse agora!
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Fado em Cidades Históricas em Ouro Preto Fado em Cidades Históricas ocupa o Largo do Alto das Dores em Ouro Preto Nos dias 31 de maio e 1º de junho, Ouro Preto recebe a 2ª edição do Fado em Cidades Históricas, com programação gratuita no Largo da Igreja das Dores. O evento celebra a lusofonia por meio de música, poesia, história e gastronomia. A proposta do projeto é estreitar os laços entre Brasil e Portugal e criar pontes entre heranças portuguesas, africanas e indígenas, com consciência crítica e valorização das memórias partilhadas. O público poderá desfrutar de apresentações de fado, batuques e lundus, além de vivências que resgatam vínculos culturais e afetivos. Parte da programação segue para Petrópolis (RJ), entre os dias 6 e 7 de junho. A realização é do Ministério da Cultura, Natasha Artes e Planeta Cultura e Sustentabilidade, com apoio das prefeituras de Ouro Preto e Petrópolis, e do Consulado Geral de Portugal. O projeto conta com patrocínio da Galp, Gerdau, Geocoba Engenharia, Tecnoplano e TAP Air Portugal. SHOWS EM DESTAQUE Programação Completa "Fado nas Cidades Históricas" - Ouro Preto Sábado (31/ 05) 12h - Feira Sabores e Fazeres 12h - Fado para Miúdos, com lançamento do livro “Turma da Mônica - Encontro com Fernando Pessoa” 16h - Palestra de história “Os legados do colonialismo português: exploração e desafios contemporâneos”, com Thales Guaracy 17h - Coletivo Negras Autoras 17h45 - Show Natanael Carvalho 18h30 - Show Maria Emilia (Fado) 19h30 - Show Yamandu Costa 21h - Show Carminho (Fado) 22h30 - DJ MdM Domingo (01/ 06) 12h - Feira Sabores e Fazeres 12h - Fado para Miúdos - Cortejo das Tradições; Nau da Brincadeira; Ateliê Livre Eco das Artes; Histórias de Além Mar. 14h - Cooking Show - Chef António Oliveira 15h30 - Show Sérgio Pererê 17h - Show Mariana Aydar (Forró) 19h - Show Cuca Roseta (Fado) Exposição de Luiz Pêgo no Palácio d’Ouro e mostra individual “Alguma P-arte de Mim”, de Fernando Pacheco, na Casa Torta
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AGENDA CULTURAL DE OURO PRETO - Página em constante atualização EM DESTAQUE NA AGENDA CULTURAL DE OURO PRETO 🎨 CASA TORTA E PALÁCIO D’OURO MOVIMENTAM A CENA CONTEMPORÂNEA EM OURO PRETO Dois espaços culturais que já se tornaram referência no circuito artístico da cidade apresentam novas exposições que conectam passado e presente com ousadia e identidade. Em cartaz, obras de Fernando Pacheco e Luiz Pêgo. Leia a matéria completa da Revista Mundaréu FESTUR Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto (Festur), 4 a 6 de junho, no Centro de Artes e Convenções da UFOP, em Ouro Preto Confira AQUI a programação completa Festas juninas nos museus Os Museus de Mariana entram no clima do São João com uma festança junina pra lá de especial! Vai ter banda Candonguêro, atrações locais, comidas típicas, quadrilha, muita dança e aquele clima arretado que só Minas sabe fazer! Dias 6 e 7 de junho, a partir das 18h00 Mais informações AQUI R. Padre Rolim, 412 - Centro Comemorações dos 255 anos da Casa da Ópera de Ouro Preto O teatro mais antigo em funcionamento das Américas celebra 255 anos com programação cultural gratuita e aberta ao público. Gustavo Fechus e André Vitorino André Vitorino é pianista, sanfoneiro, produtor musical, e transita por diferentes estilos da música brasileira. Gustavo Fechus é violinista agraciado com prêmio como BDMG Jovem Músico e Jovem Instrumentista. Sexta-feira, 6 de junho, às 20h00 Luciano Luppi e Bruna Guimarães Homenagem ao poeta Fernando Pessoa, nos 90 anos de sua morte, com o ator Luciano Luppi e a violoncelista Bruna Guimarães. Sábado, 7 de junho, às 20h00 O acesso ao teatro é gratuito e por ordem de chegada. Endereço: R. Brigadeiro Musqueira, 104 - Ouro Preto, MG E vem aí: CineOP 2025 - Ouro Preto









