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  • Revista Mundaréu

    Nossas entrevistas exclusivas agora reunidas no site da Revista Mundaréu Revista Mundaréu entrevista Nossas conversas publicadas nas redes sociais da Revista Mundaréu agora também estarão reunidas aqui. 🎧 Ative o som, em breve, vem mais por aí. OUTUBRO DE 2025 🎧 Revista Mundaréu entrevista CRISTIANO QUINTINO, autor do livro Primeiros Acordes do Clube da Esquina , patrocinado pela Mineradora Cedro por intermédio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O evento será realizado em Belo Horizonte, no dia 27 de novembro, das 19h às 23h, no Bar Museu Clube da Esquina (R. Paraisópolis, 738 - Santa Tereza) AGOSTO DE 2025 🎧 Revista Mundaréu conversa com MAITÊ PROENÇA. Na abertura do Festival Tudo é Jazz , em Ouro Preto, a atriz analisa o coração dos ouro-pretanos e comenta a vocação natural de Ouro Preto para o CINEMA JULHO DE 2025 🎧O Programa Prosear, criado pela Mundaréu Produções e realizado pela Prefeitura de Ouro Preto, reuniu na Casa da Ópera a atriz Lydia Del Picchia, do Grupo Galpão, e o diretor Fernando Castro, da Corpo Escola de Dança. Com mediação do escritor e jornalista Victor Stutz. O encontro marcou a estreia da Mundaréu como produtora cultural e a parceria com o Instituto Rococó e contou com o apoio da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Fundação de Artes e Ofícios de Ouro Preto (FAOP) e da Pousada dos Ofícios

  • Revista Mundaréu

    Conheça Victor Louis Stutz, o editor da Revista Mundaréu Mundaréu Comunicação Produção e Arte Áudio - Dia Mundial do Livro 2026 Victor Louis Stutz - Professor de Artes, escritor, jornalista e produtor cultural, Victor, o criador da Mundaréu, nasceu em Belo Horizonte, em 1963, e mudou-se para Ouro Preto em 1976, onde viveu até o início da década de 1980. Depois de retornar à capital mineira e morar também em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, voltou a Ouro Preto em 2000, a convite de Júlio Varela, criador do Festival de Inverno. Desde então, mantém sua trajetória pessoal e profissional ligada à cidade Patrimônio Mundial. Ao longo de mais de quatro décadas de trabalho no campo da cultura, foi coordenador dos Cursos de Artes da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade , da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), onde também exerceu a função de assessor de comunicação e projetos. Atuou ainda como assessor de comunicação e projetos no Corpo Cidadã o, braço social do Grupo Corpo Companhia de Dança, e na OCA, Organização Cultural Ambiental de Ouro Preto. Também lecionou Artes, Teatro e História das Artes para alunos do ensino fundamental e médio. Em Belo Horizonte, deu aulas no Colégio Marista Dom Silvério e no Colégio Arnaldo , nas unidades Funcionários e Anchieta. Em Ouro Preto, lecionou também nos colégios Arquidiocesano e Sinapse . Victor é autor de onze livros, sendo dez voltados ao público infantil. Entre eles estão A Família da Árvore (1984), texto recomendado pelo escritor Murilo Eugênio Rubião; A Família do Som (1986), editado pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop); Lua Nova (1990); O Mistério do Navio Fantasma (1993); O Emprego da Lua (1997); A Marca da Caveira (1999); Menino de Pau (1999), selecionado no Salão Capixaba de Literatura; O Fantasma da Máscara (2000); Duelo de Bruxos (2004); e Os Aventureiros de Argos (2004). Destes, seis receberam o selo FNDE/MEC e foram distribuídos gratuitamente em bibliotecas e na rede pública de ensino do Estado de São Paulo. Sua publicação mais recente é o livro Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara , publicado em 2025 pela Editora Tuya , resultado de pesquisas sobre histórias e lendas dos Caminhos do Ouro, na região do Rio das Velhas. Em 2000, seu livro O Fantasma da Máscara f oi recomendado pela Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil e pela IBBY (International Board on Books for Young People ), uma organização sediada na Suíça, ligada à Unesco e à Unicef , um dos principais selos internacionais da literatura infantojuvenil. Em 2011, sua obra O Fantasma da Máscara ganhou os palcos em São Paulo, com direção de Rosi Campos (a famosa Bruxa Morgana do Castelo Rá-Tim-Bum , da TV Cultura) e elenco formado por artistas da Broadway Brasil , Disney Channel e SBT . O espetáculo permaneceu mais de um ano em cartaz, recebeu três indicações ao Prêmio Coca-Cola Femsa e foi apontado entre as melhores montagens infantojuvenis do ano pelas revistas Veja e Educar , Pais&Filhos e Crescer . Além da produção literária e jornalística, Victor desenvolve projetos de arte-educação e formação cultural voltados ao acesso à cultura e à preservação de saberes tradicionais em regiões históricas de Minas Gerais. Em 2017, Victor Stutz recebeu oficialmente o título de Cidadão Honorário de Ouro Preto , em reconhecimento ao trabalho desenvolvido no campo da cultura da região. Em 2024, fundou a Mundaréu Comunicação, Produção e Arte Ltda ., empresa criada para estruturar suas atividades como escritor, jornalista e produtor cultural. Revista Mundaréu Coordenação Editorial: Victor Stutz Redação: Victor e Liz Rangel Stutz Edição, Diagramação e Arte: Mundaréu CPA Ltda. Ouro Preto, Minas Gerais PÁGINA INICIAL

  • Revista Mundaréu

    Turismo Cultura e Artes de Minas Política de Privacidade Última atualização: 20 de maio de 2025 A Revista Mundaréu, disponível em https://www.mundareu.art , valoriza e respeita a privacidade dos visitantes e está comprometida com a proteção de dados. Em nosso site, nenhuma informação pessoal é coletada diretamente. 1. Coleta de Dados O site não coleta dados pessoais dos usuários por meio de formulários, comentários, newsletters, promoções ou pesquisas. O acesso ao conteúdo é totalmente livre e não exige cadastro ou fornecimento de informações pessoais. 2. Cookies e Informações Técnicas Durante a navegação, informações não identificáveis podem ser coletadas automaticamente por meio de cookies e tecnologias similares, como: Endereço IP; Navegador utilizado; Páginas acessadas e tempo de permanência. Esses dados são usados exclusivamente para fins técnicos e estatísticos, com o objetivo de melhorar a performance e a experiência de navegação no site. 3. Compartilhamento de Dados Não coletamos informações pessoais, não fazemos uso de nenhuma base de dados ativa com informações identificáveis, não realizamos compartilhamento, venda ou aluguel de quaisquer dados de usuários. 4. Segurança Embora o site não colete dados sensíveis, mantemos as boas práticas de segurança digital para garantir um ambiente de navegação confiável e livre de riscos. 5. Links Externos O site pode conter links para páginas externas. Não nos responsabilizamos pelas práticas de privacidade de outros sites. Recomendamos a leitura das políticas de privacidade desses ambientes antes de fornecer qualquer dado. 6. Alterações desta Política Esta Política de Privacidade pode ser atualizada para refletir melhorias no site ou mudanças legais. A versão mais recente estará sempre disponível em: https://www.mundareu.art 7. Contato Em caso de dúvidas sobre esta política, entre em contato com a equipe editorial da Revista Mundaréu: 📧 mundareucpa@gmail.com

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    Rotas do Ouro e Turismo Sustentável Rota do Ouro e Turismo Sustentável no Alto Rio das Velhas Revista Mundaréu -WWW.MUNDAREU.ART 30 de abril 2025 Fotos: Ane Souz O Esporte Espetacular, da Rede Globo, dedicou dois episódios ao Rio das Velhas e aos territórios do Alto Rio, explorando a relação entre esporte, turismo e preservação ambiental. Exibida nos domingos de 6 e 13 de abril de 2025, a matéria acompanhou, ao longo de cinco dias, uma expedição que seguiu o curso do rio a partir de sua nascente, na Cachoeira das Andorinhas. Idealizada pela produtora Luciana Machado, com apoio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), do Projeto Caboclo D’Água e da Associação Sumo da Terra – Ideias Globais Ações Locais, a iniciativa conectou práticas esportivas como canoagem, stand-up paddle, escalada, ciclismo, highline e triatlon ao reconhecimento dos territórios e comunidades ribeirinhas. Durante a jornada, o programa visitou locais inseridos nas Rotas do Ouro e Turismo Sustentável (ROOTS) e na Rota Jaguara, com passagens por Ouro Preto, São Bartolomeu, Glaura e Acuruí. Também foram registradas atividades na Floresta Estadual do Uaimii, na Serra do Gandarela e na Barragem Rio de Pedras, com destaque para as práticas aquáticas e para a presença de grupos e moradores envolvidos com a preservação do território. O percurso foi encerrado com uma descida de 12 km pelo Rio das Velhas, em caiaque e rafting, reafirmando a importância da bacia hidrográfica como fonte de vida e de relação com o meio natural. Em cada etapa, representantes do CBH Rio das Velhas contribuíram com informações sobre os desafios de conservação da água e do uso sustentável dos recursos naturais. Mais do que registrar esportes ao ar livre, a série lançou um olhar atento sobre o território, suas paisagens e modos de viver, reforçando a ligação entre cultura, ambiente e ação coletiva. >>> Confira os episódios do Esporte Espetacular no Velhas Prefeito de Ouro Preto lamenta a partida de Francisco, o Grande Operário da Paz Vila Galé Ouro Preto recupera vitrais do mestre italiano Gianfranco Cerri

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    Grupo Herculano e J. Mendes impulsionam obra na Estação de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto Com patrocínio da iniciativa privada e suporte governamental, obras na Estação de Engenheiro Corrêa avançam Revista Mundaréu, 16 de maio de 2025 Mais sobre o lugar O distrito de Engenheiro Corrêa, a 38 km de Ouro Preto, tem sua história marcada pela antiga rede ferroviária. Surgido a partir do povoado de Santo Antônio do Monte, onde ainda resiste a capela homônima entre antigas fazendas e matas preservadas, o local ganhou novo impulso com a inauguração da Estação Sardinha, em 1896. Rebatizada em homenagem ao engenheiro Manuel Francisco Corrêa Júnior, a estação tornou-se o núcleo de desenvolvimento da região, que em 1953 foi elevada a distrito. Mais sobre o projeto O projeto de restauração busca não apenas recuperar o patrimônio arquitetônico da Estação de Engenheiro Corrêa, mas também resgatar o papel histórico e cultural da ferrovia no desenvolvimento do distrito. Como contrapartida social, a proposta é transformar o edifício em um espaço comunitário, voltado à cultura e à educação. Uma das ações previstas é o programa “Estação de Memória”, que receberá semanalmente professores e alunos para vivências educativas no local, promovendo a valorização da história ferroviária mineira e fortalecendo os vínculos da comunidade com seu passado. Com patrocínio master do Grupo Herculano e apoio do Grupo J. Mendes, a restauração da Estação de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto, avança para uma nova fase. O projeto é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com gestão da Holofote Cultural e realização da Prefeitura Municipal de Ouro Preto. Após as etapas iniciais de limpeza e cercamento da área, foi realizado o escoramento da estrutura para garantir a estabilidade das paredes. Em seguida, houve o reforço das fundações. A obra está agora concentrada na instalação do telhado. As telhas estão sendo colocadas sobre a nova estrutura de cobertura, protegendo o edifício e restituindo seu volume. A próxima etapa será a conclusão de dois banheiros acessíveis, preparando o espaço para receber visitantes com estrutura adequada. Acompanhe nesta página os próximos passos da obra. Leia também: Ouro Preto recebe nova edição do "Fado em Cidades Históricas"

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    Museu de Mariana, MG Museu de Mariana apresenta calendário do biênio 2025-2026 Nesta terça-feira, 13 de maio, o Museu de Mariana apresenta ao público a programação cultural para o biênio 2025-2026, com patrocínio master do Instituto Cultural Vale. A partir das 17h, será lançado o novo Cardápio de Oficinas, com destaque para atividades educativas como Patrimônio de Mariana: entre cartas e memórias e Se esse bairro fosse meu: caminhos e lembranças, voltadas à construção de vínculos com o território, explorando as paisagens afetivas e as múltiplas camadas de pertencimento que atravessam a cidade. Na mesma ocasião, será inaugurada a exposição temporária Por onde FLOR , fruto de uma criação coletiva das bordadeiras marianenses do Movimento Renovador. Inspiradas pela flora da região, as artistas transformam flores em narrativas visuais bordadas que percorrem ruas, quintais e colinas da cidade. Com 19 espécies escolhidas, a mostra propõe um olhar poético sobre Mariana, entrelaçando memória, afeto e sentidos. Às 20h, o auditório do museu recebe a estreia da nova temporada do programa Sílabas e Sons . O convidado da noite é o músico, compositor e diretor Pedro Luís, que conduz um bate-papo musical mediado pelo professor e pesquisador Júlio Diniz. Criador de projetos como o Monobloco e o espetáculo Elza , Pedro propõe um encontro sensível entre palavra e melodia, marcando o início de mais um ciclo de experiências entre música e literatura. Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis pela plataforma Sympla, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. Sobre o Museu O Museu de Mariana é um espaço de representação, interpretação e projeção da cidade, atravessado por especificidades culturais, sociais, históricas, geográficas, geológicas e político-religiosas do município. A partir de um olhar simultâneo para o passado e o presente, a instituição busca preservar e valorizar a história, a cultura e a identidade de Mariana, primeira capital de Minas Gerais e uma das mais tradicionais cidades do estado. Instalado na antiga Casa do Conde de Assumar, sede do primeiro palácio episcopal de Mariana, o museu se propõe como um espaço da cidade: toma a própria Mariana como objeto de estudo, memória e reflexão. A programação é realizada com apoio da Prefeitura de Mariana, gestão do Instituto Cultural Aurum e incentivo da Lei Rouanet, do Governo Federal. Museu de Mariana - Horário de funcionamento: Segunda-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo: das 10h às 18h (entrada inteira: R$10 / meia: R$5) Terça-feira: das 13h às 21h (entrada gratuita) Quarta-feira: fechado Itabirito, Barão de Cocais e Santa Bárbara recebem o festival que celebra a culinária mineira e valoriza o patrimônio cultural da região

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    Encerramento do Festival Uaimií 2025 Último ato do Festival Uaimií 2025 aquece o cardápio cultural da Rota Jaguara Revista Mundaréu, 25 de julho de 2025 Batizadas de “Atos do Festival”, as atividades foram realizadas em diferentes pontos da Rota Jaguara, entre maio e julho, com o objetivo de destacar paisagens, atrativos e iniciativas em Acuruí, distrito de Itabirito A Rota Turística Jaguara, que conecta os municípios de Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto e Santa Bárbara, vem se consolidando como um dos destinos mais expressivos de Minas Gerais. A paisagem da Cordilheira do Espinhaço, os atrativos naturais e a produção cultural da região se entrelaçam em roteiros que articulam ecoturismo, memória e experiências gastronômicas. Neste contexto, o Festival Uaimií chega ao seu último ato em 2025, reafirmando o compromisso com a economia criativa e a visibilidade de iniciativas locais. O evento será realizado no sábado, 2 de agosto, no distrito de Acuruí, em Itabirito, das 11h às 20h, com entrada gratuita. A programação inclui shows, cortejo musical, apresentações de coral e concertos de música instrumental, além de culinária regional e atividades culturais para todas as idades. A estrutura conta com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, apostila em braille e monitoria especializada para pessoas com deficiência. Um dos destaques será o encontro inédito entre a Inconfidentes Jazz Orquestra e o cantor Flávio Renegado, em um espetáculo que revisita sucessos do artista e da música brasileira. Com trajetória consolidada no cenário nacional, Renegado já se apresentou no Rock in Rio e colaborou com Anitta, Emicida, Elza Soares e Samuel Rosa. Ao longo do dia, o público poderá acompanhar a performance do Vito Live Act, que combina discotecagem e improvisações com saxofone, flauta e gaita. A programação inclui também o Quarteto de Cordas da Casa de Música de Ouro Branco, o Coral Canarinhos de Itabirito, com apresentação na Igreja da Conceição, e um cortejo artístico conduzido pela Banda Santa Cecília, do distrito de Rodrigo Silva, em Ouro Preto. A proposta gastronômica será conduzida por cozinheiros e produtoras da região, com pratos e petiscos preparados a partir de ingredientes locais. Estão confirmadas as cervejarias Uaimií e Acuruí, além do tradicional pastel de angu, reconhecido como patrimônio imaterial de Itabirito. Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o Festival Uaimií dá continuidade a uma série de ações iniciadas no primeiro semestre de 2025. O conjunto das ações articula arte e turismo com foco no vínculo entre comunidade e território. Com base nos resultados desta primeira edição, os organizadores planejam ampliar o número de Atos em 2026, consolidando o Festival Uaimií como parte de uma agenda contínua de valorização cultural na Rota Jaguara. O festival conta com o patrocínio master do Grupo Avante, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Prefeitura de Itabirito, apoio da Associação de Moradores do Acuruí e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. SERVIÇO Festival Uaimií 2 de agosto de 2025 Centro do distrito de Acuruí, Itabirito (MG) Das 11h às 20h – Entrada gratuita https://festivaluaimii.com.br/ Programação Palco da Conceição 11h00 – Thunder Blues 12h30 – Vito Live Act 14h00 – Quarteto de Cordas Casa de Música de Ouro Branco 15h00 – Vito Live Act 16h00 – Coral Canarinhos (Igreja da Conceição) 17h00 – Banda Santa Cecília 17h30 – Cortejo Artístico Palco do Rosário 19h00 – Inconfidentes Jazz Orquestra convida Flávio Renegado Programa Prosear Festival de Inverno: Roda de conversa na Casa da Ópera de Ouro Preto marcou a estreia da Mundaréu como produtora cultural e a parceria com o Instituto Rococó Lydia Del Picchia (Grupo Galpão), Victor Stutz (Revista Mundaréu) e Fernando Castro (Corpo Escola de Dança) no Programa Prosear Gandarela recebe o segundo ato do Festival Uaimií no dia 21 de junho Revista Mundaréu, 10 de junho de 2025 Com programação junina e ações de educação ambiental, evento celebra a cultura regional no coração da Serra do Gandarela, em Acuruí, Itabirito Fotos (Revista Mundaréu): Mirante do Espinhaço, cenário perfeito para a nova etapa do Festival Depois de estrear com casa cheia, o Festival Uaimií anuncia o segundo ato de sua jornada cultural. A nova etapa acontece no dia 21 de junho, sexta-feira, na Ecopousada Mirante do Espinhaço, distrito de Acuruí, em Itabirito (MG), território que integra o Parque Nacional da Serra do Gandarela. Entre sabores, saberes e sons da terra, o evento mistura festa junina, vivências agroecológicas em uma celebração que reúne vários ritmos. A programação começa cedo, às 8h da manhã, com a largada do Trilhão 4x4, e se estende até o pôr do sol com forró ao pé-de-serra, quadrilha e causos contados ao vivo. Tudo isso com acesso gratuito, intérprete de Libras e monitoria inclusiva para pessoas com deficiência. Cultura viva no meio do mato Do plantio de mudas nativas ao preparo coletivo da paçoca de carne na Cozinha Show, o dia será de encontro entre quem cultiva e quem dança, quem planta e quem toca. Às 10h, começa o plantio coletivo, e às 11h, o público é convidado a conhecer práticas locais no Dia de Campo sobre a produção de pitaya, fruto que vem ganhando espaço na agricultura familiar da região. As ações fazem parte da Gandarela Criativa, frente de trabalho dedicada à educação ambiental, sustentabilidade e valorização de práticas comunitárias. Forró Lorota: da UFOP para os palcos de Itabirito O palco principal será tomado pela alegria contagiante do Forró Lorota, banda de Itabirito com raízes nos corredores da UFOP e nos arraiais da cultura popular. O grupo é formado por Paula Gallo (triângulo e vocais), Felipe Malaquias (sanfona), Filipe Nolasco (zabumba) e Filipe Santos (violão). Na bagagem, eles trazem clássicos do forró nordestino, releituras com sotaque mineiro e a energia das festas de terreiro. Antes do show, às 15h, quem esquenta as pick-ups é o DJ Bernd Stefan Zull, com set de vinis para embalar o entardecer do Gandarela. Um refúgio de canto, encantos e cachoeira A Ecopousada Mirante do Espinhaço, onde tudo acontece, é mais do que palco: é parte da experiência. Encravada entre trilhas, cachoeiras e o silêncio das montanhas, a pousada é espaço de acolhimento e turismo consciente, com foco em sustentabilidade e integração com o meio ambiente. Ideal para quem busca mais do que festa: uma vivência imersiva entre natureza e cultura. Uaimií: mais do que festival, um movimento O Festival Uaimií é uma construção coletiva. Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o projeto conta com patrocínio master do Grupo Avante, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem apoio da Prefeitura de Itabirito, da Associação de Moradores de Acuruí e realização do Ministério da Cultura — Governo Federal. O primeiro ato, em maio, aconteceu no restaurante Catana da Serra, também em Acuruí, e reuniu moradores, turistas e artistas em uma noite de encontro, sustentabilidade e música instrumental. Audiobook da Rota Turística Jaguara! Disponível gratuitamente no Spotify e no aplicativo da Rádio Inconfidência Festival Uaimií retorna a Acuruí com segundo ato de arte, cultura e natureza Revista Mundaréu, 2 de junho de 2025 Equipe de organizadores do Festival Uaimií O distrito de Acuruí, em Itabirito (MG), se prepara para viver mais um capítulo de celebração cultural e comunitária com o segundo ato do Festival Uaimií, marcado para o dia 21 de junho, das 8h às 19h, na ecopousada Mirante do Espinhaço, localizada no km 6 da estrada que leva à Cachoeira da Chicadona. A programação reúne experiências variadas, combinando sustentabilidade, saberes tradicionais e arte. Estão previstos: plantio de mudas, trilhão 4x4, oficina de produção agrícola de pitaya, além de uma cozinha show com preparo ao vivo de paçoca de carne — prato típico que resgata a culinária tropeira da região. No palco, as atrações ficam por conta do grupo Forró Lorota, de Itabirito, e do DJ Bernd Stefan Zull, que conduz sets com discos de vinil, criando uma atmosfera nostálgica e dançante. Um festival em atos O primeiro ato do Festival Uaimií aconteceu no último dia 24 de maio, no Restaurante Catana da Serra, com um espetáculo de choro ao vivo comandado pelo grupo Deitando o Cabelo e participação especial da cantora Erika Curtiss. Segundo Normando Siqueira, idealizador do festival, o evento acontece em formato de “atos”, conectando diferentes espaços e públicos ao longo dos meses de junho e julho. O terceiro ato já tem data marcada: será em 5 de julho, e o encerramento está previsto para o dia 2 de agosto, no centro histórico de Acuruí. Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o festival conta com patrocínio master do Grupo Avante, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, além do apoio da Prefeitura de Itabirito e da Associação de Moradores de Acuruí. Para Gilson de Deus, supervisor de Relacionamento com Comunidades da Ferro Puro Mineração, patrocinadora do evento, o Festival Uaimií representa um projeto fundamental: “É uma iniciativa extremamente importante, pois promove cultura, gastronomia e oferece bem-estar e lazer para as comunidades." Com entrada gratuita e atmosfera acolhedora, o Festival Uaimií reafirma a potência cultural do interior mineiro e convida moradores e visitantes a vivenciarem um território de encontros, memórias e novas experiências. O secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, assina o prefácio do livro de Victor Stutz, com fotos de Ane Souz (Foto: Gilson Antunes, coordenador do projeto, e Leônidas Oliveira) Festival Uaimií em Acuruí promove encontro entre o choro e o erudito Revista Mundaréu, 5 de maio de 2025 Evento tem apoio da Ferro Puro Mineração, do Grupo Avante O distrito de Acuruí, em Itabirito, recebe no dia 24 de maio o primeiro ato do Festival Uaimií. A abertura será marcada pela apresentação do grupo de choro Deitando o Cabelo, com participação da cantora Erika Curtiss, no Restaurante Catana da Serra, a partir das 13h. A entrada é gratuita. Com proposta que integra música, cultura e preservação ambiental, o evento contará com medidas de acessibilidade, como intérprete de Libras e acompanhamento especializado para pessoas com espectros, síndromes ou outras condições que limitem o acesso aos conteúdos. “Uaimií” é uma palavra de origem tupi-guarani que significa nascente do Rio das Velhas. De acordo com o idealizador Normando Siqueira, o festival busca chamar atenção para a importância da preservação do rio. Entre as ações previstas estão uso de ecocopos e coleta seletiva de resíduos. Com quatro datas programadas entre maio e agosto de 2025, o festival reunirá apresentações de bandas instrumentais, corais, orquestras e grupos civis. Para o coordenador Gilson Antunes, o projeto reforça o papel da música ao vivo na formação de público e na valorização do processo criativo dos artistas. O apoio institucional é da Ferro Puro Mineração e do Grupo Avante. “Nosso compromisso é incentivar iniciativas que fortaleçam o turismo e a cultura local. O Festival Uaimií atua nessas frentes e contribui com a economia regional”, afirma Gilson de Deus, supervisor socioambiental da empresa. Realizado pela Uaimií Produções em coprodução com a Holofote Cultural, o festival conta com patrocínio master do Grupo Avante, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoiam ainda a Prefeitura de Itabirito, a Associação de Moradores do Acuruí e a Revista Mundaréu. A realização é do Ministério da Cultura – Governo Federal. Serviço Festival Uaimií – Primeiro Ato Data: 24 de maio de 2025 Horário: 13h Local: Restaurante Catana da Serra – Asfalto Capanema, km 14 – Vale do Catana – Itabirito/MG Entrada gratuita Acessibilidade: intérprete de Libras e monitor especializado para atendimento PCD Apoio: Grupo Avante, Ferro Puro Mineração, Prefeitura de Itabirito, Associação de Moradores do Acuruí e Revista Mundaréu Festival Tudo é Jazz 2025 traz Corpo Cidadão à Casa da Ópera

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    Exposições na Casa Torta e no Palácio d’Ouro Exposições na Casa Torta e no Palácio d’Ouro evidenciam Ouro Preto também no campo das artes contemporâneas Revista Mundaréu, 21 de maio de 2025 Ouro Preto reafirma sua importância cultural e artística com duas exposições individuais que destacam trajetórias e estilos singulares de artistas contemporâneos mineiros. No Espaço Cultural Casa Torta, Fernando Pacheco apresenta a mostra “Alguma P-arte de Mim”, reunindo mais de 50 anos de produção em obras que convidam à reflexão poética e visual. Paralelamente, o Palácio d’Ouro recebe a exposição de Luiz Pêgo, cuja obra ressignifica ícones da história da arte com uma identidade mineira e contemporânea. A Casa Torta e o Palácio d’Ouro são espaços que se destacam como polos culturais dinâmicos e acolhedores. Localizados no centro histórico, ambos promovem o diálogo entre o passado e o presente das artes visuais Fernando Pacheco: “Alguma P-arte de Mim” na Casa Torta Mostra individual será inaugurada em 26 de maio, para convidados O Espaço Cultural Casa Torta, localizado na Rua Getúlio Vargas, 133, bairro Rosário, em Ouro Preto, apresenta a exposição individual “Alguma P-arte de Mim”, do renomado artista plástico e pintor Fernando Pacheco. A abertura para convidados acontece no dia 26 de maio, e a mostra ficará aberta ao público de 27 de maio a 27 de junho. A curadoria é assinada pelo artista plástico e empresário David Faria, diretor executivo do Atelier Fernando Pacheco, em parceria com a museóloga Anna Maria Toledo. A exposição reúne pinturas em tela e papel, além de objetos conceituais, como garrafas da série “Mensagem”, que abordam a comunicação na era digital. Segundo Fernando Pacheco, a série inspira-se nas antigas mensagens em garrafas lançadas ao mar, enquanto as pinturas em ovos de avestruz simbolizam o ciclo da vida, o nascer e o morrer. Com mais de 50 anos de carreira, o artista apresenta um recorte intimista de sua vasta produção, convidando o público a dialogar com sua fantasia. David Faria destaca a importância de levar a obra de Fernando Pacheco a Ouro Preto, reconhecida como um dos principais polos culturais do país. “É uma honra representar um artista de grande projeção nacional e internacional e apresentar sua arte neste cenário tão especial”, afirma. Para a curadora Anna Maria Toledo, a exposição revela a sensibilidade, o domínio técnico e a reflexão do artista sobre memória, território e crítica social. “A ‘P-Arte’ atravessa o cotidiano e nos convida a uma reconexão com nossa criança interior, proporcionando uma experiência estética profunda e reflexiva”, destaca. Sobre o artista Fernando Pacheco possui uma carreira de mais de 60 anos, com exposições nos principais museus do Brasil e do mundo, coleções em instituições renomadas e um documentário lançado em 2023 que celebra sua trajetória artística. Serviço Exposição: “Alguma P-arte de Mim”, de Fernando Pcheco Período da exposição: 27 de maio a 27 de junho Local: Espaço Cultural Casa Torta – Rua Getúlio Vargas, 133, Rosário, Ouro Preto (MG) Visitação: Horário de funcionamento da Casa Torta Palácio d’Ouro recebe Luiz Pêgo, artista que reinventa os clássicos da arte O Palácio d’Ouro, espaço cultural situado na Rua Conselheiro Quintiliano, 627, no bairro Lajes, em Ouro Preto, reaberto em 2022 após quase 15 anos fechado, consolida-se como importante referência na cena artística local. Criado pelo antiquário Edson Toledo, o Palácio é dedicado à preservação da história da cidade e à divulgação da cultura e das artes, oferecendo também visitas guiadas aos luxuosos ambientes que preservam características originais do Ciclo do Ouro. Neste cenário, o público poderá conferir a exposição de Luiz Pêgo, artista autodidata natural de Belo Horizonte que construiu sua trajetória entre a estamparia, o desenho arquitetônico e a publicidade, sempre com a arte como fio condutor. Enraizado em sua terra, Pêgo transita livremente pelo universo das imagens, criando obras que reimaginam o mundo a partir da experiência e da observação. A mostra traz releituras poéticas e reverentes de ícones da história da arte, como Frida Kahlo, Picasso, Van Gogh e Leonardo da Vinci, vistos por uma lente contemporânea e mineira. Entre as obras, destaca-se a “Santa Ceia Mineira”, em que a tradicional mesa de Cristo e seus apóstolos ganha elementos locais — torresmo, queijo, cachaça, uma cabaça e o majestoso Pico do Itacolomi, símbolo dos bandeirantes durante o Ciclo do Ouro. Sobre o artista A produção de Luiz Pêgo mistura homenagem e subversão, unindo domínio técnico à liberdade criativa, sempre com um traço profundamente brasileiro — marcado pelo afeto, pela ironia e pela identidade cultural. Além de artista visual, Pêgo é professor e fundador, ao lado de Mateo Borzani, do Espaço Frida Kahlo, em Belo Horizonte. Em 2016, levou sua arte a Amsterdã, representando a diversidade da criação mineira no cenário internacional. Serviço Exposição: Luiz Pêgo – Releituras poéticas da arte clássica Local: Palácio d’Ouro Endereço: Rua Conselheiro Quintiliano, 627, bairro Lajes – Ouro Preto (MG) Visitação: Horário de funcionamento do Palácio d’Ouro Horto dos Contos, parque urbano de Ouro Preto com novo horário

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    AGENDA CULTURAL DE OURO PRETO - Página em constante atualização EM DESTAQUE NA AGENDA CULTURAL DE OURO PRETO 🎨 CASA TORTA E PALÁCIO D’OURO MOVIMENTAM A CENA CONTEMPORÂNEA EM OURO PRETO Dois espaços culturais que já se tornaram referência no circuito artístico da cidade apresentam novas exposições que conectam passado e presente com ousadia e identidade. Em cartaz, obras de Fernando Pacheco e Luiz Pêgo. Leia a matéria completa da Revista Mundaréu FESTUR Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto (Festur), 4 a 6 de junho, no Centro de Artes e Convenções da UFOP, em Ouro Preto Confira AQUI a programação completa Festas juninas nos museus Os Museus de Mariana entram no clima do São João com uma festança junina pra lá de especial! Vai ter banda Candonguêro, atrações locais, comidas típicas, quadrilha, muita dança e aquele clima arretado que só Minas sabe fazer! Dias 6 e 7 de junho, a partir das 18h00 Mais informações AQUI R. Padre Rolim, 412 - Centro Comemorações dos 255 anos da Casa da Ópera de Ouro Preto O teatro mais antigo em funcionamento das Américas celebra 255 anos com programação cultural gratuita e aberta ao público. Gustavo Fechus e André Vitorino André Vitorino é pianista, sanfoneiro, produtor musical, e transita por diferentes estilos da música brasileira. Gustavo Fechus é violinista agraciado com prêmio como BDMG Jovem Músico e Jovem Instrumentista. Sexta-feira, 6 de junho, às 20h00 Luciano Luppi e Bruna Guimarães Homenagem ao poeta Fernando Pessoa, nos 90 anos de sua morte, com o ator Luciano Luppi e a violoncelista Bruna Guimarães. Sábado, 7 de junho, às 20h00 O acesso ao teatro é gratuito e por ordem de chegada. Endereço: R. Brigadeiro Musqueira, 104 - Ouro Preto, MG E vem aí: CineOP 2025 - Ouro Preto

  • Revista Mundaréu

    Santa Rita de Ouro Preto celebra sua padroeira no dia 22 de maio Com fé e tradição, Santa Rita de Ouro Preto celebra sua padroeira no dia 22 de maio Revista Mundaréu, 17 de maio de 2025 Procissão, missa, artesanato, música e a boa comida mineira fazem parte dos festejos O distrito de Santa Rita de Ouro Preto se prepara para mais uma edição da tradicional festa em homenagem à padroeira, Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis, celebrada no dia 22 de maio. A programação começa com a missa solene na Matriz que leva seu nome, erguida em 1964 no lugar da antiga capela do século XVIII. Diante do templo, uma escultura em pedra-sabão da própria santa (foto) recebe moradores e visitantes que vêm de longe para acompanhar procissões, cânticos e ritos de fé que marcam a identidade local há séculos. Durante os festejos, é possível degustar pratos típicos da culinária mineira, visitar barracas de artesanato e se encantar com as famosas peças em pedra-sabão — tradição herdada do período colonial e ainda hoje essencial para a economia da região. Uma programação cultural, com shows e apresentações musicais em diferentes estilos populares, completa o clima de confraternização, reunindo famílias, amigos e turistas em torno da fé e da cultura. Santa Rita de Ouro Preto é um distrito que nasceu com a mineração, mas que, ao longo do tempo, encontrou novas formas de se reinventar. Hoje, fé, arte e turismo se entrelaçam, fazendo da pequena localidade um destino acolhedor para quem busca experiências autênticas e contato com a essência mineira. As peças em pedra-sabão, de esculturas sacras a utilitários decorativos, são moldadas com técnica e tradição por artesãos que herdaram os saberes dos antepassados. A extração e o trabalho com o mineral seguem como fonte de renda e expressão cultural para a comunidade, que resiste com criatividade e hospitalidade. Mais do que uma celebração religiosa, a festa de Santa Rita é um testemunho vivo da força de um povo que mantém acesa a chama da memória, da fé e da beleza esculpida nas pedras das montanhas. Com patrocínio da iniciativa privada e suporte governamental, obras na Estação de Engenheiro Corrêa avançam

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